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Modelo Carol Bittencourt desaparece após cair de barco em Ilhabela

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A modelo Caroline Bittencourt, 37, está desaparecida desde o último domingo (28), após cair da  embarcação na qual estava em Ilhabela, no litoral de São Paulo. Uma forte chuva assolou o sudeste brasileiro na tarde de ontem e os ventos atingiram mais de 123 km/h.

Andreia, empresária de Carol, está tentando falar com a família da modelo e também com a própria, mas até o momento não obteve retorno. “O telefone dela está desligado. Não consegui falar com ninguém”, disse ao Yahoo.

Caroline estava acompanhada do marido, o empresário Jorge Sestini e de dois cachorros. Cau Saad, personal trainer da modelo, contou que a aluna pulou no mar para salvar um dos cachorros, mas por conta do vendaval foi levada pela correnteza. “Um dos cachorrinhos pulou e ela foi atrás. O Jorge pulou também, mas não conseguiu encontrar ninguém. Ele se salvou após nadar cerca de 3 horas. Estamos aguardando notícias da Carol”, informou Saad.

O empresário foi resgatado por uma outra embarcação e estava em estado de choque. Ele, inclusive, chegou a ser hospitalizado. As informações são da GloboNews.

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Carol e Jorge se casaram no dia 26 de janeiro, em São Miguel dos Milagres, em Alagoas.

A notícia foi divulgada em primeira mão pela “Rainha Mattos” em seu perfil no Instagram. “Cara eu to muito triste de dar essa exclusiva, mas alguém vai dar em algum momento. Ontem, a modelo @cabitten estava em um barco(lancha) no litoral de São Paulo e durante a tempestade que assolou boa parte do sudeste brasileiro ela caiu do barco e desapareceu ! Desde ontem ela está desaparecida, e infelizmente a família já espera pelo pior! Carol está desaparecida”, escreveu.

A Defesa Civil de Ilhabela confirmou que uma pessoa está desaparecida desde o último domingo, por volta das 16h30. A Capitania dos Porcos e os bombeiros estão buscando o corpo de Caroline. A balsa que liga São Sebastião a Ilhabela ficou paralisada por mais de 4 horas, faltou luz e água na ilha.

Carol chegou a compartilhar um vídeo do passeio em suas redes sociais.

Fonte: Yahoo

 

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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado

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BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura  desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.

O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela  Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.

“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.

A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.

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Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.

A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).

Supermercados

O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.

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O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.

“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.

O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.

Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.

“MSN”

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