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Ministério Público exige que filho de desembargadora volte para a prisão

Investigações revelam que Breno é conhecido no mundo do crime

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Por: Branca Morais

 

Breno Borges foi preso em abril ao ser flagrado levando quase 130kg de maconha e muita munição, grande parte de fuzil, no Mato Grosso do Sul.

Veja um documento que cita investigações anterirores à prisão de Breno por tráfico de drogas. Ele mantinha contato com bandidos e até planeja fuga de reeducando em presídio:

Em documento ao Ministério Público, o juiz de execuções penais, Rodrigo Pedrini, diz que o segundo habeas corpus não revoga o outro mandado de prisão.

Afirma também que a desembargadora insistiu na libertação do filho e que, "após alguns telefonemas, e à revelia do juiz" conseguiu que Breno fosse liberado. A defesa disse que não houve privilégio da justiça ao filho da desembargadora.

Recapitulando

Breno Fernando Solon Borges (37), filho da desembargadora, Tania Borges, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, foi interceptado e preso no dia 8 de abril pela Polícia Federal, ele cumpria pena na penitenciária da cidade de Três Lagoas MS), ao ser flagrado levando quase 130kg de maconha, uma pistola e muita munição, grande parte de fuzil, no Mato Grosso do Sul.

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A Defesa

Na última sexta-feira (21), desembargadores do TJ de MS, colegas de Tania Borges, acolheram pedidos de habeas e autorizaram a transferência do empresário para uma clínica.

A defesa alegou que Breno sofre de "Síndrome de Borderline" – doença marcada por “desvios de padrões de comportamento”, com alterações de afetividade e controle de impulsos.

A Investigação

Em documento ao Ministério Público, o juiz de execuções penais, Rodrigo Pedrini, diz que o segundo habeas corpus não revoga o outro mandado de prisão.

Afirma também que a desembargadora insistiu na libertação do filho e que, "após alguns telefonemas, e à revelia do juiz" conseguiu que Breno fosse liberado. A defesa disse que não houve privilégio da justiça ao filho da desembargadora.

O relatório de 27 páginas da Operação Gerberus, da Polícia Federal em MS, revela os métodos da organização criminosa da qual Breno Borges é acusado de participar.

 

 

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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado

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BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura  desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.

O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela  Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.

“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.

A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.

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Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.

A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).

Supermercados

O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.

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O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.

“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.

O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.

Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.

“MSN”

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