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Jornalista cai de ponte em Rondonópolis, durante participação ao vivo na TV

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Repórter de Rondonópolis (MT), Jandir Martins sofreu um acidente de trabalho enquanto fazia uma reportagem ao vivo para a TV Cidade, afiliada da RecordTV no Mato Grosso. Ele terá que ficar 60 dias numa cadeira de rodas. O caso aconteceu na semana passada. Martins fazia uma reportagem ao vivo para o programa "Cidade Agora" quando levou um tombo, caindo de uma ponte às margens de um córrego, numa altura de 4 metros. O profissional trincou os dois tornozelos. O acidente foi transmitido ao vivo pelo programa da emissora, uma espécie de "Cidade Alerta" regional, e causou muita repercussão entre os fãs do repórter.

Conhecido por viver aventuras arriscadas nas reportagens, Martins resolveu ficar pendurado na ponte e acabou caindo. O cinegrafista José Roberto Pires chamou ajuda ao ver o homem caído no chão. Ele entrou em contato com o Samu para socorrer o profissional de TV. Assim que socorristas e o Corpo de Bombeiros chegaram ao local, constataram que Jandir havia trincado os dois tornozelos e, por isso, o levaram rapidamente para o Hospital Regional de Rondonópolis, onde passou por uma cirurgia de urgência. No trajeto, o jornalista gravou um vídeo para acalmar os fãs e familiares.

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"Eu estou aproveitando para avisar minha família, meu filho, que está tudo bem. Temos a possibilidade de fratura, mas a dor já melhorou bem, não está doendo tanto. Foram ministradas duas medicações nesse transporte aqui", disse . Mesmo não sendo considerado um acidente grave, o profissional teve de se afastar do trabalho por 60 dias, período em que ficará de cadeira de rodas até recuperar a força nos pés. Embora pequeno, ainda há o risco de que ele fique com alguma sequela após o acidente. Procurada, a TV Cidade informou, através de sua diretora de jornalismo, Renata Ramos, que o canal fez todos os procedimentos para acompanhar o caso e que é apenas uma situação regional: "A gente acompanhou tudo, desde o momento que ele ficou no hospital, até em casa e dando o suporte necessário para que ele possa voltar logo", diz ela em entrevista ao UOL. 'tv famosos'

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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado

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BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura  desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.

O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela  Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.

“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.

A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.

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Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.

A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).

Supermercados

O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.

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O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.

“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.

O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.

Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.

“MSN”

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