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Homem de 87 anos pede divórcio porque esposa de 27 não quer ter filhos

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Para um relacionamento romântico ser bem-sucedido, existem alguns pilares fundamentais que devem ser mantidos por ambos os parceiros, diariamente, um deles é, sem dúvidas, a vida sexual.

O momento da intimidade é muito importante para fortalecer a conexão e o vínculo dos parceiros, além de ser ótimo para o bem-estar de cada um dos parceiros. É comum, no início dos relacionamentos, que essa parte seja muito bem trabalhada, já que é tudo novidade, e ambos desejam impressionar e descobrir coisas um com o outro.

No entanto, uma vez que a rotina se instala, especialmente entre os casais que vivem juntos há tempos, esses momentos podem ficar cada vez mais raros ou desinteressantes, muitas vezes fazendo com que os parceiros busquem outra pessoa para que se sintam desejados e apreciados novamente.

O ator russo Ivan Krasko, atualmente com 91 anos, viveu uma situação parecida com a antiga esposa Natalia Krasko, com quem se casou em 2015. Sua história tem gerado polêmica e um debate na web.

Ivan, famoso por mais de 140 papéis em filmes soviéticos e russos, tomou a decisão de se separar da jovem quando estava com 87 anos, e o motivo é surpreendente. Conforme contado pelo site de notícias britânico Mirror, o ator optou pelo fim da união porque a sua companheira não queria se relacionar sexualmente com ele. O ator disse ainda que Natalia não queria ter filhos com ele, esse era um dos principais motivos pelos quais não dormiam juntos desde que se casaram.

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Krasko se cansou dessa situação e resolveu que o melhor a fazer por si mesmo era colocar um ponto-final na história e encontrar uma companheira que pudesse atender ao que ele desejava de uma relação. Para ele, os filhos são provas de amor, e não faz sentido uma pessoa que esteja num relacionamento não querê-los.

No entanto, conforme foi apurado pelo site de notícias, Natalia não queria se divorciar do marido pois, apesar de não querer intimidades com ele, ela afirmou que o amava.

Segundo o Mirror, a jovem teria nascido em uma família pobre e não queria que seus filhos passassem pelas mesmas dificuldades que precisou enfrentar, preocupava-se com o fato de ambos não terem dinheiro suficiente para todos os cuidados necessários de uma criança. O casal morava num apartamento do neto de Krasko.

Natalia chegou a declarar que não queria ser mãe solteira, porque filhos significam responsabilidade e ela e o marido nem sequer tinham um imóvel próprio.

Nas redes sociais, as opiniões das pessoas sobre qual dos dois parceiros é o correto é bastante dividida. Muitos internautas defendem que Natalia tomou a decisão certa ao pensar sobre o tema e decidir não ter filhos com o parceiro, reconhecendo que a falta de um imóvel próprio e condições financeiras ideais podem atrapalhar os planos de ter um filho. Essas pessoas ainda apontaram que a atitude de Krasko de querer um filho, naquela idade, sabendo que depois que falecesse toda a responsabilidade seria da jovem, foi imatura e egoísta.

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No entanto, também houve pessoas favoráveis ao ator. Elas argumentaram que ter filhos é um sonho que todos têm o direito de realizar. Esse grupo de internautas também apoiou a decisão do russo de buscar outra parceira e criticou a jovem por recusar-se à maternidade.

‘O segredo’

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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado

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BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura  desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.

O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela  Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.

“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.

A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.

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Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.

A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).

Supermercados

O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.

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O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.

“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.

O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.

Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.

“MSN”

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