Na operação, realziada na Travessa Miguel Caetano, em frente ao Shopping Popular, foram realizados 253 testes de alcoolemia, no entanto 12 motoristas se recusaram a fazer o teste

Dez motoristas são presos por embriaguez ao volante em Cuiabá

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CUIABÁ

Por Pedro Ribeiro.

Dez motoristas foram presos por embriaguez ao volante na 24ª Operação Lei Seca, realizada na madrugada de domingo (20), na Travessa Miguel Caetano, em frente ao Shopping Popular, em Cuiabá. Na operação, 14 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática.

Foram realizados 253 testes de alcoolemia, no entanto 12 motoristas se recusaram a fazer o teste. Outros 12 motoristas foram detidos por conduzirem sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 22 por estarem com veículo sem registro ou não licenciado.

Nesta operação, foram registrados 68 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Já 11 motoristas assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por não serem habilitados.

Ao todo, 248 veículos foram fiscalizados, dentre eles, 45 foram removidos, dos quais 40 carros e cinco motocicletas. Outros 53 foram autuados. Os agentes ainda recolheram 22 documentos, sendo 17 CNHs e cinco Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e tem a participação do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Polícia Penal e a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

Barra do Garças

Já outros três motoristas foram presos por embriaguez ao volante na segunda edição da Operação Lei Seca, realizada neste domingo (20), na Avenida Salomé José Rodrigues, em Barra do Garças.

Durante ação, 14 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática. Os agentes das forças de segurança realizaram 52 testes de alcoolemia, enquanto seis motoristas se recusaram a fazer o teste. Um motorista assinou o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por desacato. Ainda na operação, oito veículos foram removidos.

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A Operação Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e contou com a participação da Polícia Judiciária Civil, o Circunscrição Regional de Trânsito (3ª Ciretran), vinculado ao Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran), o Comando Regional da Polícia Militar, o Sistema Penitenciário e a Prefeitura de Barra do Garças.

Dia de Mobilização Nacional

Em comemoração ao Dia de Mobilização Nacional, realizado na última sexta-feira (18), o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) realizou três Operações Lei Seca, sendo em Várzea Grande, Sorriso e Nova Mutum.

Em Várzea Grande, dez motoristas foram presos por embriaguez ao volante. A ação foi relizada na Avenida 31 de Março, no bairro Manga. Ao todo, 26 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática.

Foram realizados 128 testes de alcoolemia e apenas quatro se recusaram a fazer o teste. Outros 14 motoristas foram detidos por conduzirem sem a Carteira Nacional de Habilitação e outros 19 por estarem com veículo sem registro ou não licenciado.

Nesta operação, foram registrados 82 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Dez motoristas assinaram o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por não serem habilitados.

Já 50 veículos foram removidos, sendo 33 carros e 17 motocicletas. Outros 57 foram autuados. Os agentes das forças de segurança ainda recolheram 31 documentos, dos quais 28 eram CNHs e três CRLV.

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A operação contou com a participação da Polícia Militar, Polícia Civil, por meio do Deletran, o Detran e a Guarda Municipal.

Sorriso

Já em Sorriso, a 6ª Operação Lei seca foi realizada na Avenida Blumenau, no cruzamento com Avenida Natalino João Brescansin. Na ação, 14 motoristas foram presos por embriaguez ao volante e 29 foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática.

Foram realizados ainda 289 testes de alcoolemia, 35 veículos foram removidos, sendo 23 carros e 12 motocicletas. Outros 217 veículos foram abordados.

A operação contou com a participação do 12° BPM de Sorriso, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Detran, a Guarda Municipal e a Secretaria Municipal de Segurança Pública.

Nova Mutum

Por fim, nove motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a 5ª Operação Lei Seca, na Avenida dos Pavões, 884-W em Nova Mutum. Outros 15 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito do álcool, sendo autuados pela prática.

Ao todo, foram realizados 45 testes de alcoolemia e apenas dois se recusaram a fazer o teste. Cinco motoristas foram flagrados dirigindo sem a CNH e outros três por estarem com veículo sem registro ou não licenciado.

Durante a operação, foram registrados 26 Autos de Infração de Trânsito (AIT), 11 veículos foram removidos, sendo dois carros e nove motocicletas. Além disso, 40 veículos foram fiscalizados, 17 autuados e oito documentos foram recolhidos, dos quais cinco eram CNHs e outros três CRLV.

A operação foi conduzida pela Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e o Departamento de Trânsito, por meio do Ciretran.

“Página 12”

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CUIABÁ

Comissão de Segurança Pública do Senado aprova projeto de lei para proibir ‘saidinhas’ de presos

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A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, em votação simbólica, nesta terça-feira, 6, um projeto de lei que proíbe a “saidinha”, benefício que permite a saída temporária de presos em datas comemorativas. A pauta foi apresentada em consenso com os demais senadores. A matéria vai ao plenário.

A autorização é dada aos detentos que tenham cumprido ao menos um sexto da pena, no caso de primeira condenação, e um quarto, quando reincidentes. As “saidinhas” ocorrem até cinco vezes por ano e não podem ultrapassar o período de sete dias.

Senadores Jorge Seif, Eduardo Girão e Sérgio Moro; oposição compareceu à comissão para apoiar projeto contra ‘saidinha’ de presos Foto: Geraldo Magela/Agência Senado© Fornecido por Estadão

O projeto que está no Senado prevê também a exigência de exames criminológicos para progressão de regime penal e o monitoramento eletrônico obrigatório dos detentos que passam para os regimes semiaberto e aberto – este último prevê o cumprimento do restante da pena fora da prisão.

Na cerimônia de retorno das atividade do Congresso, realizada nesta segunda-feira, 5, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), sinalizou que a Casa daria atenção especial à pauta de segurança pública.

“Outro tema para o qual dedicaremos especial atenção será o da segurança pública”, disse. “Pretendemos colaborar para a instituição de institutos penais modernos e eficientes, capazes de conciliar o combate efetivo à violência pública com a garantia aos direitos fundamentais.”

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Na sessão, não houve demais debates. Senadores discursaram em defesa da proposta. “Não é populismo penal. Esse é um benefício que realmente tem trazido problemas na execução da pena, já que os presos são soltos aos bilhares e centenas, não voltam, e alguns cometem crimes”, afirmou Sérgio Moro (União-PR). “Precisamos redimensionar o que está dando errado.”

Moro apresentou uma emenda ao relator da proposta, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para permitir o benefício aos presos de frequentar cursos supletivos profissionalizantes, ensino médio ou superior. A emenda foi acatada por Flávio.

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Para o relator, as “saidinhas” colocam a população em risco. “Ao se permitir que presos ainda não reintegrados ao convívio social se beneficiem da saída temporária, o poder público coloca toda a população em risco”, disse.

A sessão não contou com a presença de governistas. Jorge Kajuru (PSB-GO), vice-presidente da Comissão de Segurança Pública, foi o único representante presente.

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A oposição, por outro lado, compareceu. Participaram da sessão o líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN) e até deputados da bancada da bala na Câmara, como Capitão Alden (PL-BA).

“A oposição veio maciçamente para a comissão. Significa o nosso comprometimento com a segurança pública. Isso para mim é muito importante, porque mostra a nossa unidade”, disse Marinho.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, o então deputado federal Capitão Derrite (PL-SP), atual secretário da Segurança Pública em São Paulo.

“Estadão”
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