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Suspeita de envenenar mãe e filho com bolo de pote é presa em Goiás

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A mulher suspeita de ter envenenado um bolo de pote entregue à ex-sogra e seu filho, em Goiânia (GO), foi presa na noite desta quarta-feira (20). Amanda Partata chegou de cabeça baixa na delegacia e afirmou ser inocente das acusações.

O delegado Carlos Alfama, responsável pela prisão, disse que a suspeita responderá por duplo homicídio por envenenamento. O agente conversou com a imprensa e destacou que apesar da complexidade do caso, os indícios apontam para a participação de Amanda no crime.

“O caso é bem complexo. Envolve um grau de psicopatia que não é possível explicar agora. Ainda vamos ouvir novamente a Amanda Partata. Existem detalhes muito relevantes sobre esse caso, inclusive outros crimes relacionados à investigada”, explicou Alfama.

Leonardo Alves e Luzia Alves morreram envenados em Goiânia

O caso

As vítimas Luzia Tereza Alves, de 86 anos, e Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, vomitaram e tiveram dores abdominais e diarreia três horas após comer um bolo de pote entregue por Amanda.

A loja onde a suspeita comprou o doce afirmou, em uma nota, que adota rígidos critérios de segurança alimentar. A empresa lamentou o ocorrido e se dispôs a prestar esclarecimentos às autoridades.

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De acordo com Alfama, a loja não possui nenhuma ligação com o crime, tendo sido o doce envenenado após a compra.

R7 procura a defesa de Amanda e mantém o espaço aberto para a manifestação da citada.

“Terra Brasil”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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