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Repórter é agredido por bolsonaristas e tem equipamentos tomados em manifestação antidemocrática em Castelo de Sonhos (PA)

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Por Joel Teixeira

O repórter Eder Rodrigues, cobria uma manifestação antidemocrática na BR 163, na quarta-feira (2) na região do Município de Castelo de Sonhos, no sul do Pará, a 442 km de Sinop (MT) quando foi agredido e expulso do local.

Conforme Eder, tudo estava tranquilo, até que ele começou a entrevistar caminhoneiros que tinham vindo de São Paulo, passaram por Mato Grosso e foram obrigados a parar em Castelo de Sonhos, por causa do bloqueio, “foi logo após o vídeo que o Presidente fez, pedindo para desobstruírem a rodovia. Encontrei uns caminhoneiros que haviam chegado de Mato Grosso e, perguntei a eles se tinham sido parados em algum momento enquanto transitavam, disseram que não. De repente fui cercado pelos líderes do movimento e mais uma turma grande; puxaram os meus equipamentos, jogaram no chão, tomaram o meu celular à força, me agrediram fisicamente e verbalmente. Chegaram a dizer que se eu ficasse lá, seria linchado. Fui expulso a empurrões e ameaças, disse ao TV Notícias.

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“Apagaram as imagens e formataram o meu celular”

Ainda de acordo com Eder Rodrigues, após a repercussão sobre o fato, os agressores compareceram ao quartel da Polícia Militar de Castelo de Sonhos, deixaram os equipamentos e pediram aos policiais que entregassem para ele. Mas os PMs não aceitaram guardar os aparelhos sem saber sobre a procedência e as circunstâncias sobre a posse do material.

“Fui convidado a comparecer novamente à manifestação, na qual eles devolveram os equipamentos e garantiram que não os danificaram. Temos a filmagem do momento em que eles fazem a entrega, me pedem desculpas e garantem que não violaram câmera e celular. Todavia, quando fui checar, vi que apagaram todos os vídeos e fotos que fiz sobre o manifesto e, formataram o meu aparelho celular; disse Eder Rodrigues, indignado.

Eder Rodrigues foi orientado pelos seus advogados, a fazer um boletim de ocorrência sobre as agressões e ameaças que sofreu, sobre a violabilidade de seus equipamentos e sobre o cerceamento de seu trabalho.

Assista ao vídeo em que bolsonaristas admitem que praticaram os crimes e devolvem os equipamentos do repórter.

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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