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PF prende professor ligado aos atos de 7 de Setembro em SC

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A prisão de um professor de Otacílio Costa, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na noite de domingo (5), pela Polícia Federal de Lages, causou estranheza até aos agentes do Presídio Regional, para onde o homem foi levado. “É uma situação atípica, nunca tivemos um preso a mando do STF”, teriam dito os agentes.

O advogado Silvano Willian, que defende o detido e divulgou o fato em suas redes sociais, informou que ainda não tem conhecimento de todo o teor do inquérito que levou seu cliente à prisão, mas o caso está no mesmo processo que investiga personalidades como o caminhoneiro Zé Trovão, caminhoneiro que também teve prisão decretada por Alexandre de Moraes; e o cantor Sérgio Reis.

Advogado do professor postou foto em frente à Polícia Federal, em Lages – Foto: Reprodução/Instagram

Willian disse que a prisão do professor de Otacílio Costa, provavelmente, ocorreu pelo fato dele ser apoiador do presidente Jair Bolsonaro e ter participado de uma live, na sexta-feira (3), que, supostamente, convocava pessoas para a participação de manifestação incitando atos violentos.

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O advogado ainda não entende como e por que o caso chegou ao Supremo e deve entrar em contato com a corte na manhã de segunda-feira (6) para se inteirar dos fatos e impetrar um habeas corpus.

A Polícia Federal informou que o mandado de prisão foi expedido pelo fato de o “homem ter postado ameaças contra o Ministro Alexandre de Moraes e o STF nas redes sociais”. “Cumprimos o mandado de prisão ontem [domingo] e, após todo procedimento, ele [o professor] foi encaminhado ao presídio regional de Lages.”

‘São Joaquim On Line’

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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