Agronegócios

Já os de frangos e suínos subiram 7,4% e 7,1%, respectivamente.

Publicado em

Agronegócios

O abate de bovinos caiu 4,5% no 2º trimestre deste ano, em relação a igual período do ano passado, enquanto o de suínos cresceu 7,1% e o de frangos aumentou 7,4%.

É o que mostram os primeiros resultados da produção animal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No total, foram abatidas 7,07 milhões de cabeças de bovinos entre maio e julho, sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Já o abate de suínos somou 13,03 milhões de cabeças, enquanto o de frangos chegou a 1,52 bilhão de cabeças.

Em relação ao 1º trimestre de 2021, o abate de bovinos aumentou 7,7% e o de suínos 3,2%, enquanto o de frangos caiu 3,0%.

Leite e couro

A aquisição de leite foi de 5,80 bilhões de litros, queda anual de 1,2% e redução de 11,5% em relação ao primeiro trimestre deste ano.

Já a aquisição de peças de couro pelos curtumes cresceu 2,6% na comparação anual e 6,2% em relação ao trimestre anterior, somando 7,51 milhões de peças inteiras de couro cru.

Leia Também:  Menino de 8 anos acha dente de 12 cm de tubarão gigante pré-histórico

Foram produzidos 977 milhões de dúzias de ovos de galinha no 2º trimestre deste ano, acréscimo de 0,1% na comparação com o segundo trimestre de 2020 e redução de 0,1% em relação ao 1º trimestre de 2021.

“G1”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócios

Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

Publicados

em

Flexibilidade nos contratos ajuda a manter negócios ativos e reduzir riscos jurídicos

Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

Em um cenário econômico instável, marcado por inflação, variações nas taxas de juros e crises setoriais, a revisão contratual surge como uma ferramenta essencial para garantir a sustentabilidade dos negócios. Mais do que uma medida jurídica, ela se torna um aliado estratégico na gestão empresarial, permitindo que empresas e profissionais adaptem seus compromissos às mudanças do mercado e evitem litígios desnecessários.

Revisão contratual: prevenção e governança corporativa

Segundo o advogado Marco Aurélio Alves de Oliveira, da Hemmer Advocacia, a revisão de contratos deixou de ser apenas uma ação emergencial e passou a integrar as políticas de governança corporativa de empresas que buscam segurança jurídica.

“A revisão contratual é uma ferramenta preventiva. Ela garante que as partes possam renegociar cláusulas diante de situações imprevistas, como oscilações econômicas, alterações legislativas ou crises setoriais. O objetivo é preservar o equilíbrio financeiro e a continuidade das relações comerciais, sem que seja necessário recorrer ao Judiciário”, explica Marco Aurélio.

Base legal e antecipação contratual

A revisão contratual está prevista no artigo 478 do Código Civil, que permite a alteração ou rescisão de contratos quando acontecimentos imprevisíveis comprometem o equilíbrio financeiro entre as partes.

Leia Também:  Horticultores da ATeG comercializam aproximadamente R$ 30 milhões de alimentos em 2021

No entanto, a antecipação contratual, por meio de cláusulas específicas de revisão, é considerada a melhor estratégia para evitar litígios.

“O ideal é que as empresas já incluam nos contratos cláusulas de revisão, que definam parâmetros claros para renegociação em caso de desequilíbrio econômico. Isso reduz incertezas e traz mais previsibilidade para as partes envolvidas”, complementa Marco Aurélio.

Aplicação prática em diversos setores

A revisão contratual tem sido utilizada em setores como fornecimento, locação comercial, prestação de serviços e financiamentos, especialmente durante períodos de retração econômica.

Com a alta dos custos operacionais e mudanças nas cadeias de suprimento, revisar contratos pode ser decisivo para manter parcerias comerciais ou evitar processos judiciais prolongados.

“É preciso prezar por uma negociação transparente e técnica, sempre com o acompanhamento de uma assessoria jurídica especializada. A revisão deve ser vista como uma oportunidade de ajuste e diálogo, não como um embate. Quando conduzida com boa-fé e base técnica, ela preserva a saúde financeira da empresa e fortalece os vínculos comerciais”, afirma o advogado.

Contratos flexíveis garantem resiliência

Para Marco Aurélio, a principal lição é clara:

“Em tempos de instabilidade, contratos rígidos podem fragilizar negócios; contratos flexíveis, com instrumentos de revisão bem estruturados, garantem resiliência e segurança jurídica.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Agentes do Algodão Focam no Cumprimento de Contratos em Meio a Desafios no Mercado
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA