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Pai da campeã do ‘BBB 21’ Juliette vive em casinha de barro na Paraíba
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Campeã do "BBB 21", Juliette Freire vai poder realizar o sonho de mudar a vida da família, já que disse que vai usar o prêmio para pagar a cirurgia da mãe e comprar uma casa popular para os quatro irmãos que tem por parte de pai. Falando no pai da advogada e maquiadora, Seu Lorival Feitosa, de 62 anos, mora atualmente numa casa simples, feita de taípe (construção de paredes que utiliza barro amassado), na periferia de Campina Grande, na Paraíba.
Dono de uma oficina mecânica no bairro de José Pinheiro, onde atende clientes antigos, Lorival não vive hoje na mesma casa que a mãe de Juliette, embora os dois continuem casados. Vestindo uma camisa coma foto da filha, Lorival postou nas redes sociais um vídeo na casa à espera da filha, que cumpre agenda profissional no Rio e São Paulo.
A mãe da campeã mora num imóvel próprio e também simples que ela construiu durante 20 anos, com o dinheiro que juntou do salão de cabeleireiro. Na frente da residência fica o salão de Fátima, numa especie de puxadinho, que dá para a rua, num bairro chamado Pedregal. O imóvel da mãe de Juliette ocupa uma esquina e tem uma piscina de alvenaria.
Quando a mãe de Juliette Freire conheceu o marido, ele vinha de um casamento desfeito e havia ficado com a guarda de quatro filhos. Alguns anos depois, vieram a advogada e a irmã dela, que morreu aos 17 anos. A ala masculina da família toda passou pelos trabalhos na oficina. Hoje, três deles ainda atuam no ramo.
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O que diziam os áudios que favoreceram Murilo Huff na disputa contra Dona Ruth pela guarda de Leo?
Murilo Huff conseguiu, na semana passada, a guarda de Leo, filho que teve com Marília Mendonça. Desde a morte da cantora, em 2021, a custódia da criança era compartilhada com a sogra, Ruth Moreira. Áudios e mensagens trocadas com babás foram provas utilizadas pelo cantor contra a ex-sogra.
Segundo a decisão judicial, divulgada pelo colunista Gabriel Perline, do programa “A Tarde é Sua”, Ruth estava omitindo informações relevantes sobre o estado de saúde de Leo, diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 2 anos. “[Ruth] frequentemente omite informações médicas essenciais ao pai, impede o envio de relatórios e laudos clínicos, instrui que se escondam medicamentos, laudos e sintomas”, diz um trecho.
Nos áudios e mensagens que ajudaram a provar esta informação, Ruth dizia frases como “Não fala pro Murilo que ele tá tomando antibiótico”, “esconde o remédio” e “o Murilo quer se meter onde não sabe”.
Com isso, Ruth foi acusada de negligência médica. Além disso, ela também teria cometido alienação parental por tentar “construir no imaginário infantil a falsa ideia de que o pai é ausente, incompetente ou irrelevante”. O juiz destaca que essas “práticas que configuram atos de alienação com consequências severas e duradouras ao desenvolvimento afetivo da criança”.
O depoimento de Devyd Fabrício, marido de Ruth, também favoreceu Murilo na disputa pela guarda, segundo informações do jornal Extra. Ele foi uma das testemunhas do processo por conviver diariamente com Leo, que o considera avô.
A decisão judicial aponta que o depoimento dele ajudou a confirmar os conflitos entre Murilo e Ruth. “A avó materna, ora ré, co-guardiã legal, vem agindo de forma unilateral ao pleno exercício da parentalidade por parte do genitor, desfigurando em partes o regime de guarda compartilhada e convertendo a convivência familiar em uma arena de desinformação. Fato esse confirmado em audiência quando seu marido, Devyd, relatou que a relação entre autor e ré é muito ruim, não havendo diálogo”, diz o texto.
“Purepeople”

