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Dono de bar, abre o estabelecimento 5 minutos após fechar para burlar lei
Ele não é advogado mas teve a expertise de um gênio das leis
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Famoso por tratar os clientes mal e eles adorarem, Capelão, dono de um bar em Viçosa/MG, encontrou uma forma inusitada de burlar uma lei local.
Frequentadores do bar relataram na internet que ele fechou o bar às 02h, como previa a lei.
O que a fiscalização não contava era que 5 minutos depois ele abriria o bar, alegando que havia uma hora para fechar, mas nenhuma para abrir.
O texto de um internauta diz o seguinte:
“Os vereadores da cidade de Viçosa criaram um toque de recolher na cidade, determinando que todos os bares encerrassem suas atividades às 2h da manhã. O que nosso herói fez? Mandou todos os clientes para fora, pois tinha que fechar o bar, era lei. Fechou o bar e, cinco minutos depois, reabriu. Quando o policial chegou, intimando-o a fechar, mostrou-lhe a lei: “A lei tá aqui na minha mão. Olha só. Tem hora pra fechar o bar, mas não tem hora pra abrir. Meu bar abre 2h05. Sinto muito”
Veja a publicação do seguidor:

Fonte: omachoalpha
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O que diziam os áudios que favoreceram Murilo Huff na disputa contra Dona Ruth pela guarda de Leo?
Murilo Huff conseguiu, na semana passada, a guarda de Leo, filho que teve com Marília Mendonça. Desde a morte da cantora, em 2021, a custódia da criança era compartilhada com a sogra, Ruth Moreira. Áudios e mensagens trocadas com babás foram provas utilizadas pelo cantor contra a ex-sogra.
Segundo a decisão judicial, divulgada pelo colunista Gabriel Perline, do programa “A Tarde é Sua”, Ruth estava omitindo informações relevantes sobre o estado de saúde de Leo, diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 2 anos. “[Ruth] frequentemente omite informações médicas essenciais ao pai, impede o envio de relatórios e laudos clínicos, instrui que se escondam medicamentos, laudos e sintomas”, diz um trecho.
Nos áudios e mensagens que ajudaram a provar esta informação, Ruth dizia frases como “Não fala pro Murilo que ele tá tomando antibiótico”, “esconde o remédio” e “o Murilo quer se meter onde não sabe”.
Com isso, Ruth foi acusada de negligência médica. Além disso, ela também teria cometido alienação parental por tentar “construir no imaginário infantil a falsa ideia de que o pai é ausente, incompetente ou irrelevante”. O juiz destaca que essas “práticas que configuram atos de alienação com consequências severas e duradouras ao desenvolvimento afetivo da criança”.
O depoimento de Devyd Fabrício, marido de Ruth, também favoreceu Murilo na disputa pela guarda, segundo informações do jornal Extra. Ele foi uma das testemunhas do processo por conviver diariamente com Leo, que o considera avô.
A decisão judicial aponta que o depoimento dele ajudou a confirmar os conflitos entre Murilo e Ruth. “A avó materna, ora ré, co-guardiã legal, vem agindo de forma unilateral ao pleno exercício da parentalidade por parte do genitor, desfigurando em partes o regime de guarda compartilhada e convertendo a convivência familiar em uma arena de desinformação. Fato esse confirmado em audiência quando seu marido, Devyd, relatou que a relação entre autor e ré é muito ruim, não havendo diálogo”, diz o texto.
“Purepeople”

