Variedades
Dama da noite no Nortão, diz que uma garota que “tem meta” chega a ganhar R$ 3 mil por dia e até mimos em ouro
Variedades
Por Joel Teixeira
Em entrevista ao podcast Tatakae, apresentado por Erik Brionis, a gerente de uma casa noturna em Sinop, conhecida como Karine, disse que no mundo das “damas da noite” se pode faturar alto, “tem menina que em um dia, bebe R$ 1 mil de dose, se pegar um cliente bom. A gente também faz premiação, a Sofia (proprietária de casas noturnas) faz premiação de mimos de ouro. Cada bar vai premiar um anel de ouro para a menina que bater a meta esse mês,” diz.
O programa que vem tendo grande audiência no Nortão de Mato Grosso, pode ser assistido na integra através desse link : https://fb.watch/fRIQREyan8/
Veja o corte com as declarações de Karine
Variedades
O que diziam os áudios que favoreceram Murilo Huff na disputa contra Dona Ruth pela guarda de Leo?
Murilo Huff conseguiu, na semana passada, a guarda de Leo, filho que teve com Marília Mendonça. Desde a morte da cantora, em 2021, a custódia da criança era compartilhada com a sogra, Ruth Moreira. Áudios e mensagens trocadas com babás foram provas utilizadas pelo cantor contra a ex-sogra.
Segundo a decisão judicial, divulgada pelo colunista Gabriel Perline, do programa “A Tarde é Sua”, Ruth estava omitindo informações relevantes sobre o estado de saúde de Leo, diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 2 anos. “[Ruth] frequentemente omite informações médicas essenciais ao pai, impede o envio de relatórios e laudos clínicos, instrui que se escondam medicamentos, laudos e sintomas”, diz um trecho.
Nos áudios e mensagens que ajudaram a provar esta informação, Ruth dizia frases como “Não fala pro Murilo que ele tá tomando antibiótico”, “esconde o remédio” e “o Murilo quer se meter onde não sabe”.
Com isso, Ruth foi acusada de negligência médica. Além disso, ela também teria cometido alienação parental por tentar “construir no imaginário infantil a falsa ideia de que o pai é ausente, incompetente ou irrelevante”. O juiz destaca que essas “práticas que configuram atos de alienação com consequências severas e duradouras ao desenvolvimento afetivo da criança”.
O depoimento de Devyd Fabrício, marido de Ruth, também favoreceu Murilo na disputa pela guarda, segundo informações do jornal Extra. Ele foi uma das testemunhas do processo por conviver diariamente com Leo, que o considera avô.
A decisão judicial aponta que o depoimento dele ajudou a confirmar os conflitos entre Murilo e Ruth. “A avó materna, ora ré, co-guardiã legal, vem agindo de forma unilateral ao pleno exercício da parentalidade por parte do genitor, desfigurando em partes o regime de guarda compartilhada e convertendo a convivência familiar em uma arena de desinformação. Fato esse confirmado em audiência quando seu marido, Devyd, relatou que a relação entre autor e ré é muito ruim, não havendo diálogo”, diz o texto.
“Purepeople”

