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Pinterest lança tecnologia inclusiva de pesquisa de cabelo

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O Pinterest apresentou, nesta quarta-feira (18), uma tecnologia inclusiva inédita que permite ao público pesquisar na plataforma tipos de cabelo e refinar buscas por meio de seis categorias. A criação da novidade, baseada em inteligência artificial, considerou pessoas negras e latinas, destaca a rede social.

Segundo a companhia, o lançamento marca um grande avanço da inclusão e é uma resposta a milhões que utilizam o Pinterest para encontrar inspiração. Apenas no último mês, exemplifica, houve mais de 120 milhões de pesquisas relacionadas ao tema, personalizadas e genéricas, assim como a publicação de mais de 5 bilhões de Pins.

“Essa nova ferramenta será um marco muito necessário para a equidade racial no mundo da codificação. Só a simples ideia de que não preciso me esforçar duas vezes mais para encontrar um penteado devido ao meu tipo de cabelo já é uma revolução”, diz Naeemah LaFond, diretora artística global da Amika, à frente de produtos cosméticos da área. “Tenho certeza de que, nos próximos anos, encontraremos formas de melhorar ainda mais o processo, mas estou animada porque, com o Pinterest, fizemos um avanço gigantesco”,

Naeemah LaFond, diretora da Amika, considera ferramenta um marco.

Oportunidade e responsabilidade

Penteados protetores, crespos, cacheados, ondulados, lisos e raspados/careca são as categorias implementadas no Pinterest, e elas exibem resultados amplos, explica a empresa, que trabalhou com os criadores de conteúdo BIPOC (pessoas negras, indígenas e não brancas).

A título de curiosidade, a companhia detectou, por meio da ferramenta, um tipo de cabelo entre mais de 500 milhões de imagens. Annie Ta, chefe de produtos inclusivos do Pinterest, afirma: “Nossa missão na equipe de produtos inclusivos é ajudar todas as pessoas a se sentirem em casa no Pinterest. Por sermos uma plataforma de descoberta visual, temos a oportunidade e a responsabilidade de agirmos melhor e aumentar a representatividade nos produtos que criamos.”

“É por isso que criamos a pesquisa de tipo de cabelo usando tecnologia de visão por computador para ajudar a identificar tipos de cabelo nas imagens. Ao fazer isso, esperamos conseguir usar a tecnologia em definitivo e facilitar para as pessoas, não importando quem sejam, encontrarem inspiração para seus cabelos no Pinterest”, finaliza.

“Amika”

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários racistas e homofóbicos

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube
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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube

A Justiça brasileira determinou que o Google deveria fornecer dados de usuários que fizeram comentários racistas, homofóbicos e de intolerância religiosa em um vídeo publicitário da empresa de alimentos saudáveis Liv Up no YouTube. A decisão, proferida pela 37ª Vara Cível de São Paulo, já foi cumprida.

A campanha é estrelada pelo humorista e digital influencer, “Esse Menino”, e pelo jogador da seleção masculina de vôlei, Douglas Souza, ambos LGBTQIA+. Os dois aparecem no vídeo usando maquiagem, unhas pintadas e acessórios. Além deles, fazem parte da publicidade, as também influencers Irina Cordeiro, que é uma mulher branca, e Tia Má, mulher negra.

O vídeo chama a atenção para alimentos “artificiais” e questiona os consumidores: “A vida é feita de escolhas. Que tal deixar a comida artificial para a loja de decoração?”.

Alguns usuários reagiram negativamente à publicação e usaram o espaço para fazer comentários preconceituosos. “Colocar um cara de batom e xuxinha? Isso ja passou dos limites. Agora é que eu não compro”, disse uma mulher. “Essas empresas modinha querem empurrar uma minoria goela abaixo como se fosse uma coisa normal”, afirmou um homem.

Em resposta, a Liv Up resolveu entrar com uma ação para conseguir identificar essas pessoas e responsabilizá-las pela atitude. A juiza responsável pelo caso, então, determinou que o Google deveria fornecer os dados socilitados sob pena de multa diária de R$ 5 mil. A dona do YouTube chegou a recorrer da decisão, mas o recurso não foi aceito.

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