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Com a remessa, fundação alcança 69,9 milhões de vacinas da AstraZeneca disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI)

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SAÚDE

Fiocruz já enviou 69,9 milhões de vacinas da AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou nesta sexta-feira (9), mais quatro milhões de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. Destas, 212 mil doses serão destinadas diretamente ao estado do Rio de Janeiro. 

Com o novo lote, a Fiocruz alcança o número de 69,9 milhões de vacinas da AstraZeneca disponibilizadas ao PNI. Desse total, 65,9 milhões de doses foram produzidas pela Fundação e quatro milhões foram importadas já prontas do Instituto Serum, da Índia.  

Com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) já disponível as entregas semanais estão garantidas até o dia 23 de junho, afirmou a instituição. Até o momento, contudo, a Fiocruz segue com capacidade de produção superior à de disponibilidade de matéria-prima.  

A vacina se tornou o imunizante mais utilizado no país após ultrapassar a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan. Em julho, a Fiocruz garantiu a entrega do insumo para produção de mais 70 milhões de doses da vacina da AstraZeneca para o segundo semestre deste ano. 

Dessa forma, são dois acordos firmados com a AstraZeneca, um para 50 milhões e outro para 20 milhões de doses. O contrato pelo envio de mais IFA garante que a produção não seja interrompida nos meses de agosto e setembro. A expectativa é que já em outubro a Fiocruz entregue doses com o IFA 100% nacional.  

*Sob supervisão de Helena Vieira

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SAÚDE

Estudo afirma que café não provoca e pode até evitar arritmia cardíaca

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Um estudo publicado nesta segunda-feira (19/7) na revista científica JAMA Internal Medicine revela que o hábito de tomar café está associado a um risco menor de desenvolver arritmia cardíaca, que é como os médicos chamam a palpitação desregulada no peito. Nesta pesquisa, foram analisadas 386 mil pessoas por três anos e os cientistas compararam os resultados com as taxas de arritmia cardíaca.

“Cada xícara diária adicional de café foi associada a uma redução de 3% no risco de desenvolver arritmia. Essas associações não foram modificadas significativamente por variantes genéticas que afetam o metabolismo da cafeína”, escreveram os cientistas no estudo.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

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