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Pesquisa analisou o consumo de café por 386 mil pessoas e descobriu que a bebida diminui em 3% a chance de desenvolver arritmia cardíaca

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Um estudo publicado nesta segunda-feira (19/7) na revista científica JAMA Internal Medicine revela que o hábito de tomar café está associado a um risco menor de desenvolver arritmia cardíaca, que é como os médicos chamam a palpitação desregulada no peito. Nesta pesquisa, foram analisadas 386 mil pessoas por três anos e os cientistas compararam os resultados com as taxas de arritmia cardíaca.

“Cada xícara diária adicional de café foi associada a uma redução de 3% no risco de desenvolver arritmia. Essas associações não foram modificadas significativamente por variantes genéticas que afetam o metabolismo da cafeína”, escreveram os cientistas no estudo.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

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Ministério da Saúde confirma envio de 177 mil doses extras para Mato Grosso em até 48h

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O Ministério da Saúde confirmou, no fim da última quarta-feira (14), o envio de 177.250 mil doses extras para Mato Grosso e outros três estados, que são de fronteira. Tal fato já havia sido antecipado pelo ministro Marcelo Queiroga, durante sua visita a Cuiabá, na semana passada.

As doses chegarão em duas remessas: uma às 12h40 e outra às 16h30 desta quinta-feira (15.07), por voos da Azul, no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

No total, serão distribuídas para todo o País, em até 48 horas, mais de 4 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzidas no Brasil pela Fiocruz.

Em um primeiro momento, os estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná e Rondônia receberão doses a mais para vacinar os moradores das fronteiras, o que contempla 50% dessa população.

Nessa pauta de distribuição, também estão sendo enviados imunizantes para primeira dose de pessoas entre 55 e 59 anos, fora dos grupos prioritários, e para início da vacinação de bancários e trabalhadores dos Correios.

Além das vacinas, o Ministério da Saúde também entrega aos estados e Distrito Federal nos próximos dias mais de 5,3 milhões de seringas e agulhas de 1ml e de 3ml.

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A estratégia de distribuição de vacinas Covid-19 é definida em reuniões entre União, estados e municípios, observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios. O objetivo é garantir a cobertura vacinal no tempo recomendado. No caso da vacina da Fiocruz, o intervalo é de 12 semanas.

Até agora, o Ministério da Saúde já entregou aos estados e DF mais de 147 milhões de doses de vacinas Covid-19 – com essa pauta de distribuição, a marca de 150 milhões de doses entregues será batida. Mais de 117 milhões de doses já foram aplicadas, sendo que mais da metade da população-alvo da campanha já recebeu a primeira dose e quase 20% dos brasileiros já estão totalmente imunizados.

Visita a Cuiabá

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou em entrevista coletiva, durante sua visita a capital mato-grossense, que o pleito do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) de doses extras para Cuiabá estava sendo analisado pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) e que, provavelmente, resultaria em mais vacinas não só para a Capital, como também para todo o Estado.

Com estas doses extras, o ministro explica que será possível “imunizar rapidamente a população deste estado, impedindo que, por nossas fronteiras, alguma variante do vírus atinja nosso país. Isso está em análise bem adiantada, em breve traremos boas notícias para o Estado”.

Questionado sobre a divulgação anterior feita pelo prefeito, onde afirmava que o pedido de doses extras seriam em contrapartida pela Copa América, Queiroga tratou de colocar panos quentes em polêmicas: “Vamos trabalhar para seguir em frente, sair destas polêmicas inúteis que não vão vencer esta pandemia. Precisamos deixar de gerar calor e gerar luz. O povo brasileiro confia no governo federal, no prefeito Emanuel Pinheiro e não é só por isso. Existem ações concretas”.

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“Eu não vou enviar doses para ninguém, quem analisa esta questão das doses extras é o Plano Nacional de Imunização (PNI). Não será apenas Mato Grosso o beneficiado, mas também os estados de fronteira”, completou.

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