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Presidente Bolsonaro será avaliado por seu cirurgião, que decidirá se parte do intestino será retirada

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SAÚDE

Jair Bolsonaro está com uma inflamação no intestino e, diante desse quadro clínico, pode ser necessária uma cirurgia de emergência para retirar uma pequena parte do órgão.

O cirurgião Antônio Luiz Macedo, que está a caminho de São Paulo para Brasília, irá decidir se, de fato, deve haver a cirurgia. Nenhuma decisão será tomada antes que Macedo avalie o presidente.

O médico, que é gastroenterologista e especialista em cirurgia robótica, oncológica e laparoscópica de altas complexidades, foi o responsável por outras cirurgias a que Bolsonaro foi submetido em 2019, em decorrência da facada que recebeu na campanha de 2018.

 

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SAÚDE

Estudo afirma que café não provoca e pode até evitar arritmia cardíaca

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Um estudo publicado nesta segunda-feira (19/7) na revista científica JAMA Internal Medicine revela que o hábito de tomar café está associado a um risco menor de desenvolver arritmia cardíaca, que é como os médicos chamam a palpitação desregulada no peito. Nesta pesquisa, foram analisadas 386 mil pessoas por três anos e os cientistas compararam os resultados com as taxas de arritmia cardíaca.

“Cada xícara diária adicional de café foi associada a uma redução de 3% no risco de desenvolver arritmia. Essas associações não foram modificadas significativamente por variantes genéticas que afetam o metabolismo da cafeína”, escreveram os cientistas no estudo.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

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