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Vacinas anticovid podem provocar reação adversa rara em pessoas com histórico familiar de Síndrome de Extravasamento Capilar

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) solicitou aos fabricantes das vacinas contra covid-19 Janssen e AstraZeneca a inclusão nas bulas de contraindicação de uso para pessoas com histórico da Síndrome de Extravasamento Capilar, evento adverso considerado raro.

A decisão, tomada no última sexta-feira (9), segundo nota da autoridade sanitária, levou em conta monitoramento do perfil de eventos adversos esperados com esses imunizantes.

Segundo a Anvisa, trata-se de um evento adverso raro, mas potencialmente grave e já há relato de uma suspeita de síndrome após vacinação, sob avaliação da agência.

A nota informa que casos avaliados pela agência reguladora de medicamentos da Europa também apresentavam histórico familiar de Síndrome de Extravasamento Capilar.

“R7”

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SAÚDE

Estudo afirma que café não provoca e pode até evitar arritmia cardíaca

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Um estudo publicado nesta segunda-feira (19/7) na revista científica JAMA Internal Medicine revela que o hábito de tomar café está associado a um risco menor de desenvolver arritmia cardíaca, que é como os médicos chamam a palpitação desregulada no peito. Nesta pesquisa, foram analisadas 386 mil pessoas por três anos e os cientistas compararam os resultados com as taxas de arritmia cardíaca.

“Cada xícara diária adicional de café foi associada a uma redução de 3% no risco de desenvolver arritmia. Essas associações não foram modificadas significativamente por variantes genéticas que afetam o metabolismo da cafeína”, escreveram os cientistas no estudo.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

Conduzida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, a pesquisa também investigou os genes associados ao metabolismo da cafeína que teriam relação com o nervosismo. “Nem o consumo habitual de café nem as diferenças geneticamente mediadas no metabolismo da cafeína foram associadas a um risco elevado de arritmias cardíacas”, concluíram os autores.

“METRÓPOLES”

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