A Universidade Federal do Amapá afirmou que o facto se caracteriza como “assédio” e irá investigar o caso.
Voto em Lula? Professora universitária recusa-se a orientar alunos
POLÍTICA
Uma professora universitária recusou-se a orientar a tese de doutoramento de vários alunos de farmácia devido a divergências políticas.
“Não quero esquerdistas no meu laboratório”, escreveu a docente uma mensagem, cujo print foi divulgado pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e reproduzido pelo jornal Extra Globo.
As mensagens trocadas entre a docente e os alunos no WhatsApp foram divulgadas nas redes sociais.
A Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) afirmou que o facto se caracteriza como “assédio” e irá investigar o caso.
[Mensagens trocadas entre docente e alunos]© D.R
“A UNIFAP não concorda com tal conduta e os factos estão a ser apurados, bem como serão adotadas as providências necessárias”, pode ler-se numa nota da instituição universitária.
De acordo com jornal brasileiro, Sheylla Susan de Almeida terá publicado um pedido de desculpas nas suas redes sociais, devido à repercussão negativa do caso. A docente desculpou-se com o “calor das eleições” para se ter excedido “nas palavras”.
“Notícias ao Minuto”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

