POLÍTICA
Valdemar decide expulsar do PL deputado que “fez o L”
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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, avisou o deputado federal licenciado Yury do Paredão (CE) que vai expulsá-lo do partido após o parlamentar aparecer em fotos com ministros fazendo o ‘L’ com as mãos – o gesto ficou conhecido na campanha como referência a Lula (PT).
Os dois se reuniram nesta quinta-feira (20) na sede nacional do PL, em Brasília. Em publicação no Twitter, Valdemar disse que a expulsão ocorre por Yury “não comungar dos ideais de nossa legenda”.
Com o anúncio, o deputado não vai perder o mandato na Câmara. Yury não poderia pedir desfiliação fora da “janela partidária”, período no qual os parlamentares podem mudar de legenda sem perder o mandato.
Após receber o aviso de que seria expulso, o parlamentar publicou no Twitter respeita a decisão de Valdemar e segue “defendendo as ações dos governos que tragam melhorias para o povo brasileiro”.
Correligionário pediu que Valdemar não expulsasse Yury. Esse pedido foi feito pelo deputado Carlos Jordy (PL), que sugeriu que o partido apenas o deixasse sem comissões, fundo e diretórios. A estratégia seria transformar o colega de partido em um “morto-vivo” no PL, para forçar um pedido de desfiliação.
Na última quinta (13), Yury posou ao lado dos ministros Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social) e Waldez Góes (Desenvolvimento Regional). Ele não escondeu a agenda e publicou várias fotos nas redes sociais.
Em maio, Yury foi criticado publicamente por Valdemar Costa Neto por tirar uma foto segurando a mão do presidente Lula (PT).
“FOLHAPRESS”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

