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Investigados são suspeitos de receber de R$ 5 a R$ 10 mil para não fiscalizar produção de carne e frango

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Na manhã desta 5ª feira (19.ago), a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão contra servidores públicos federais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), suspeitos de receber valores ilícitos mensais para deixarem de fiscalizar um frigorífico de Palmeiras de Goiás, região central do Estado.

De acordo com os agentes, a investigação teve início em julho de 2018 devido a uma denúncia que noticiava a suposta atividade criminosa. A apuração constatou que os auditores fiscais emitiam certificados sanitários “a posteriori”, ou seja, com data retroativa, sugerindo a falta de fiscalização presencial dos produtos de origem animal comercializados, como carne e frango.

“Constatou-se depósitos mensais suspeitos, que variavam de R$ 5 mil a R$ 10 mil entre os anos de 2018 a 2019. Tais valores representaram quase 50% da remuneração do cargo de Auditor Agropecuário do Mapa para o período”, disse a PF, em nota. Para chegarem a conclusão, os agentes fizeram levantamentos patrimoniais dos suspeitos, que apontaram evolução supostamente incompatível com os rendimentos do servidor público.

Os investigados poderão responder por associação criminosa, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro, com penas que podem chegar a mais de 10 anos de prisão.

“SBT”

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Com COVID, Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, compartilha post antivacina

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Maior autoridade da Saúde no país reproduziu, no Instagram, texto no qual questiona o fato de se infectar mesmo se vacinando com a CoronaVac e usando máscara.

Por Gabriel Ronan

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga compartilhou uma mensagem contra a vacinação na rede social Instagram, após seu diagnóstico de COVID-19 nos Estados Unidos, onde fez parte da  comitiva brasileira que participou da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas  (ONU).

“Que ironia! Ministro Marcelo Queiroga seguiu todos os protocolos, vacinou com a CoronaVac, usa máscara o tempo inteiro e foi contaminado. O presidente (Jair Bolsonaro, sem partido) não se vacinou, não usa máscara, estava ao lado dele e não pegou”, escreveu uma mulher no Instagram. O ministro compartilhou a postagem.

A postagem de uma seguidora foi compartilhada por Queiroga

Vale lembrar que a vacina não impede que uma pessoa pegue a doença. Na verdade, o imunizante impede que o paciente desenvolva quadros graves da enfermidade.

Os efeitos da vacinação são sentidos na prática. Todos os dados que circundam a pandemia estão em queda desde que a campanha avançou, como os números de casos e mortes, a transmissão do vírus e as ocupações dos leitos nos hospitais.

Queiroga excluiu o story antivacina após a repercussão.

 Pelo Twitter, ele informou que testou positivo para a doença e disse que o ‘Ministério da Saúde seguirá firme nas ações de enfrentamento à pandemia no Brasil’.

Críticas

Nesta semana, o ministro Queiroga se tornou alvo de críticas do relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Renan classificou o trabalho do médico como ‘fracasso’ e o chamou de ‘Pazuello de jaleco’, em referência ao ex-chefe da Saúde, general Eduardo Pazuello.

Foi na gestão do militar que o Brasil enfrentou seus piores momentos na pandemia – com colapso dos hospitais de grande parte das cidades, até mesmo com falta de oxigênio no Amazonas.

Na semana passada, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu à CPI para reconvocar Marcelo Queiroga para prestar depoimento ao Senado.

O objetivo é repercutir os posicionamentos do ministro contra a vacinação de adolescentes sem comorbidades entre 12 e 17 anos. Queiroga afirmou que os estados que imunizaram esse público agiram de maneira “intempestiva”.

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“EM’

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