POLÍTICA
Rosângela Moro critica Lula por desacreditar descoberta da PF sobre plano do PCC
POLÍTICA
Rosângela Moro lamentou o posicionamento de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o presidente minimizar a seriedade de uma descoberta da Polícia Federal sobre um plano do PCC contra o senador Sergio Moro.
A esposa do ex-juiz da Lava Jato admitiu ter ficado bastante assustada após a PF prender nove pessoas suspeitas de planejar a morte de agentes públicos.
“A profissão do Sergio sai da zona de conforto. Ele desagradou, colocou o dedo na ferida. Endureceu regras desses presos perigosos. Desde sempre a gente sabe que tem um risco, nessa proporção foi realmente assustador. Ficamos bem assustados, em um nível de alerta máximo. O que choca é a declaração do presidente da República, dizer que é armação”, comentou a deputada em entrevista ao programa ‘Pânico’.
Quando questionado sobre a articulação da facção criminosa, o presidente disse acreditar que a descoberta não passava de “uma armação” de Moro.
A parlamentar lamentou a declaração do chefe do Executivo.
“Como se fosse possível uma operação dessa envergadura sair da cabeça de alguém numa noite. São meses de investigação. É desacreditar, ofender Sergio Moro, debochar da cara de todo mundo, de uma família. Ele [Lula] mira toda a artilharia para o Sergio Moro, como se o Moro fosse o único juiz. Como se todas as decisões judiciais dependessem apenas de Sergio Moro. Lula deixou muito claro: ‘Quero f….. com Sergio Moro’. É muito mais fácil o PT pegar uma pessoa do que desacreditar todo um sistema de Justiça. É muito mais fácil de mirar e desacreditar”, finalizou.
“BANG Showbiz”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

