"Quem põe maços de dinheiro no paletó é bandido ou mocinho?"
“Quem põe maços de dinheiro no paletó é bandido ou mocinho?”
POLÍTICA
O deputado federal Fábio Garcia (União) afirmou que vai recorrer da decisão que lhe condenou a pagar R$ 5 mil, por danos morais, ao prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).
Vou recorrer. Tenho 100% de certeza que não falei nenhuma mentira sobre Emanuel Pinheiro
O deputado chamou o prefeito de “corrupto, bandido e líder de organização criminosa”, entre outros.
A decisão é do juiz Walter Pereira de Souza, do 3° Juizado Especial Cível de Cuiabá, e foi publicada nesta quinta-feira (2).
“Vou recorrer da decisão. Até porque tenho 100% de certeza que não falei nenhuma mentira sobre Emanuel Pinheiro. Os fatos e as próprias atitudes do prefeito Emanuel comprovam a veracidade das minhas palavras”, disse.
“Um senhor, seja ele quem for, que coloca maços de dinheiro público no bolso do paletó é um bandido ou um bom moço neste país? Como devemos chamá-lo?”, acrescentou.
13 operações policiais
O deputado ainda afirmou que o prefeito tem a administração “mais corrupta” da história de Cuiabá.
“Sobre sua administração pesam 13 operações policiais envolvendo corrupção, com 8 de seus secretários afastados ou presos. É de fato um líder de uma organização criminosa ou um grande líder político neste país?”, disse.
Garcia ainda criticou o Poder Judiciário por não julgar os processos contra Emanuel e condená-lo por expor “a verdade”.
“Será que não seria mais justo julgar todos os processos que tramitam contra Emanuel, e o condenassem pelos crimes que comprovadamente cometeu, obrigando o mesmo a devolver todo dinheiro que sua administração já roubou do povo cuiabano? Ao invés de proteger corrupto e condenar alguém por expor a verdade?”, disse.
“Quem é o errado da história? Eu, por falar a verdade ou Emanuel por chefiar a administração mais corrupta e incompetente da história de Cuiabá? O prefeito até o momento segue ileso de todos os seus desmandos!! Iremos recorrer e buscar a Justiça”, disse.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

