POLÍTICA
Quaest divulga pesquisa sobre popularidade do governo Lula nesta quarta (8)
POLÍTICA
O Instituto Quaest divulga nesta quarta-feira (8) uma pesquisa trazendo uma nova avaliação do governo Lula (PT). A sondagem ouviu presencialmente 2 mil pessoas em todo o Brasil, com 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 5 de outubro, e foi encomendada pela Genial Investimentos.
A consultoria divulga também uma avaliação dos entrevistados sobre o que o presidente Lula deve fazer na relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. É o primeiro levantamento realizado após o encontro entre os dois presidentes na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), embora não capte a repercussão do telefonema entre os dois nesta segunda (5).
Pesquisa sobre a disputa presidencial
Já na quinta-feira (9), aundo turno testados pelo instituto. Ele superava Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Jr. (PSD), Ronaldo Caiado (Unão Brasil), Ciro Gomes (PDT), Eduardo Leite (PSD), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Michelle Bolsonaro (PL).
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

