POLÍTICA
Proteção a crianças e pacote anti-STF: Câmara define pauta nesta terça (12)
POLÍTICA
Presidente da Câmara e líderes partidários se reúnem nesta manhã; oposição pressiona por propostas sobre regras que afetam STF
POR;Emilly Behnke e Mateus Salomão

Após uma semana sem grandes votações e um movimento de ocupação do plenário, líderes partidários e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), debatem nesta terça-feira (12) a pauta de votações da Casa. A reunião será realizada a partir das 10h.
Entre as prioridades de Motta está a discussão sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet, impulsionada pela repercussão de denúncias do youtuber e influenciador Felca.
Na semana passada, um pedido de urgência para acelerar um projeto sobre o tema estava na pauta do plenário, mas não foi votado por conta do bloqueio dos trabalhos.
A oposição, responsável por travar as votações na semana anterior, pressiona pelo avanço de projetos que miram o STF (Supremo Tribunal Federal). Após o bloqueio das atividades legislativas, matérias do chamado pacote anti-STF voltaram a ser articuladas.
O grupo reivindica a análise do projeto da anistia para os condenados do 8 de janeiro de 2023. O texto, no entanto, não tem apoio da maioria das bancadas.
A oposição também pede a análise de duas propostas de emenda à Constituição: uma sobre o fim do foro privilegiado e a chamada “PEC das prerrogativas”, que estabelece a necessidade de aval do Congresso para abertura de ações penais contra parlamentares e limita prisões de congressistas.
Enquanto a pauta da anistia enfrenta resistência, a CNN apurou que as duas PECs têm apoio entre integrantes do centrão e, por isso, podem ter mais chance de avançar.
Em outra frente, a base governista espera que pautas prioritárias para o Executivo avancem nas próximas semanas. É o caso do projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. O texto já foi aprovado em uma comissão especial e aguarda a votação no plenário.
fonte”cnn
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

