POLÍTICA
Projeto estabelece laudo permanente para patologia, deficiência ou síndrome congênita
A proposta consta no PL 555/2021, de autoria do deputado Dr. Gimenez, com o intuito desburocratizar o atendimento e oferecer mais dignidade aos cidadãos e às suas famílias
POLÍTICA
Por Rose Domingues
O Projeto de Lei 555/2021, de autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), confere caráter permanente ao laudo de diagnóstico de patologia congênita, deficiência, transtorno e/ou síndromes para as quais ainda não se conheça a cura. A validade é para o Estado de Mato Grosso.
Dr. Gimenez acredita que o caráter permanente tornará desnecessárias exigências burocráticas relativas ao documento, facilitando a vida das famílias. A população de baixa renda será a mais beneficiada com a proposição.
“Empresas e órgãos públicos solicitam laudo atual toda vez que são procurados. Infelizmente, conseguir laudo atual demanda agendamento médico, perda de dia de trabalho, deslocamento e gastos. Via Sistema Único de Saúde (SUS), a média de espera por consulta, perícia e laudo podem chegar a três anos”.
Entre os beneficiários estão: portadores de síndrome de Down; fibrose cística; de necessidade especial física aparente e irreversível; esclerose múltipla amiotrófica em estágio IV ou superior; de poliomielite; e esquizofrenias incapacitantes. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) poderá fazer atualizações na lista de patologias.
“Respeitosamente, não nos parece justo que, por exemplo, portador de síndrome de Down tenha que atualizar seu laudo médico periodicamente, quando sabemos que sua condição é irreversível. Imagine como deve ser constrangedor e emocionalmente cansativo ter que periodicamente refazer exames e consultas, é uma burocracia desnecessária”, avalia o deputado.
´´AL/MT“
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

