Por ser conhecido e sofrer ameaças, petista será acompanhado por equipe reforçada.
PF passa a integrar segurança de Lula e o classifica como “nível de risco máximo”
POLÍTICA
A Polícia Federal (PF), passou a integrar a equipe de segurança do ex-presidente Lula (PT) em sua campanha eleitoral. Os agentes da classificaram o petista como “nível de risco máximo”, ou seja, ele terá que ser acompanhado diariamente por uma segurança reforçada em todos os eventos.
A integração dos agentes do órgão no esquema de segurança do candidato foi definida na última sexta-feira (22), após a confirmação dele como candidato.
Os policiais começaram a atuar imediatamente, aumentando a equipe que tem integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que, como ex-presidente, Lula tem direito.
Foram escolhidos três delegados da Polícia Federal. A escolha dos delegados foi feita em consenso entre a campanha de Lula e a instituição. O número de agentes escalados para a proteção do presidenciável é sigiloso.
Os delegados são Andrei Augusto Passos Rodrigues, Rivaldo Venâncio e Alexsander Castro Oliveira. Rodrigues será o coordenador da equipe. Oliveira, o chefe operacional, e Venâncio, operacional substituto.
No protocolo assinado pela PF com a campanha de Lula, a situação do ex-presidente foi classificada no nível de risco máximo –ou seja, ele terá que ser acompanhado diariamente por uma segurança reforçada em todos os eventos a que comparecer, e até mesmo em atividades rotineiras.
A Polícia Federal detalhou que trabalha com uma escala de risco de um a cinco –Lula foi enquadrado no nível mais alto. O ranking de risco leva em consideração fatores como o quanto o candidato é conhecido pela população, e se já sofreu ou não ameaças. O petista tem sido alvo constante de ataques.
Na última semana, um homem teve a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PF, por postar vídeos em que afirmava que iria “caçar” Lula, outros políticos de esquerda e ministros do STF.
“O Hoje”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

