POLÍTICA
PEC das drogas volta à pauta no Senado nesta terça-feira
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), finalmente voltou a pautar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que criminaliza o porte e a posse de qualquer quantidade de drogas.
Por se tratar de uma PEC, o texto precisa passar por cinco sessões de discussão no Plenário para só então poder ser votado pelos parlamentares.
A proposta só passou por três sessões na quarta, marcada para o dia 27 de março, a reunião acabou cancelada e o item nunca mais foi pautado. Cabe a Pacheco a administração da pauta.
Pela pauta divulgada, o Senado deve fechar as cinco sessões necessárias para votação nesta terça-feira (16).
O projeto é apreciado em meio ao julgamentO presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), retoma a discussão da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visa criminalizar o porte e a posse de qualquer quantidade de drogas.
Como uma PEC, o texto deve passar por cinco sessões de debate no Plenário antes de ser submetido à votação pelos parlamentares.
Embora apenas três sessões tenham sido realizadas até a data de quarta-feira, 27 de março, a reunião foi cancelada e o assunto não voltou a ser incluído na pauta desde então, ficando a cargo de Pacheco a gestão da agenda legislativa.
De acordo com a pauta divulgada, o Senado pretende completar as cinco sessões necessárias para votação até esta terça-feira (16).
Este projeto é discutido em meio ao julgamento de uma questão semelhante pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O STF está inclinado a descriminalizar o porte de pequenas quantidades de maconha para uso pessoal, com uma votação atual de 5 a 3 a favor da descriminalização. No entanto, o julgamento foi interrompido após um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.
“Jetss”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

