POLÍTICA
Nikolas Ferreira e Engler viram réus por disseminação de informações falsas em 2024
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Pela legislação brasileira, os envolvidos no caso se tornaram réus, indicando que há evidências para a abertura de uma ação penal. Se houver condenação ao final do processo, os deputados poderão ser declarados inelegíveis.
Além dos dois parlamentares, são alvos da ação a a deputada estadual Delegada Sheila (PL) e a Coronel Cláudia (PL), que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Engler.
Segundo o g1, a decisão foi assinada pelo juiz Marcos Antônio da Silva, da 29ª, na sexta-feira, 25. O magistrado ressaltou que a denúncia do MP-MG fornece detalhes que reforçam o entendimento de que os réus violaram a legislação.
Denúncia do MP-MG
O Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais pediu a suspensão dos direitos políticos do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do deputado estadual Bruno Engler (PL-MG) por ataques, em 2024, contra Fuad Noman (PSD-MG).
Nikolas Fereira e Engler podem perder os direitos políticos por difamação por, durante a campanha eleitoral de 2024, usar um trecho descontextualizado do livro “Cobiça”, escrito Noman, para associá-lo falsamente a uma suposta exposição de crianças a conteúdo impróprio em um festival de quadrinhos promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte.
“O senhor escreveu ou não escreveu o livro ‘Cobiça’, um livro erótico e pornográfico?”, questionou Engler durante debate da Globo. É o rei das fake news, ele não leu o livro, se ele tivesse lido, ele não estaria falando uma bobagem”, respondeu Fuad.
Além da suspensão dos direitos políticos, o órgão solicita indenização por danos morais para a família de Fuad Noman, pois os denunciados disseminaram intencionalmente informações falsas com o intuito de prejudicar a candidatura à reeleição do então prefeito e beneficiar seu adversário no segundo turno das eleições municipais.
Durante o pleito, a Justiça Eleitoral já havia determinado a suspensão de propagandas de Engler contra Noman citando o livro e houve concessão de direito de resposta.
“istoé”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou
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