POLÍTICA
Mendes admite que vai atrasar salários desde o primeiro mês de gestão
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Indiferente à surra que o governador Pedro Taques (PSDB) levou do grande eleitorado de Mato Grosso, que são os servidores públicos, o governador eleito, Mauro Mendes (DEM), não está preocupado em repetir os mesmos erros, e já admitiu que pode repetir a fórmula nefasta implantada pelo atual governador, de escalonar o salário do funcionalismo, desde seu primeiro mês de mandato.
Mendes alega dificuldades financeiras do Estado e o rombo deixado por Taques. O democrata acredita que irá receber o Estado sem recursos o suficientes para honrar com todos os compromissos do mês de dezembro.
“Se neste mês, grande parte dos recursos estão sendo usados para pagar despesas de novembro, muito provavelmente, com a lógica simples e matemática, no mês de janeiro não tem nenhuma receita extraordinária que possa nos dar a previsibilidade da mudança deste cenário”, defendeu-se.
Já com as desculpas na ponta da língua, o futuro gestor afirma que os balancetes do Estado demonstram claramente a dificuldade da atual administração de honrar com a folha de pagamento. “Desde que me propus a estudar um pouco mais as contas públicas eu percebi, claramente, um desequilíbrio. Os números mostram e retratam isso. Esse atraso salarial é mais um passo nessa direção. Se nós não formos capazes de mudar isso, Mato Grosso, em breve, vai se transformar em um Rio de Janeiro, em Minas Gerais, que está registrando dois três meses de salários atrasados, e com enormes prejuízos a população”, comparou.
A fatalidade pode se estender para os outros meses da gestão, já que Mendes diz que as medidas que pretende adotar para sanear as finanças são projeções de médio prazo. “Nós vamos trabalhar fortemente para tomar as medidas de contenção de despesas", lamenta, ao tempo em que pede compreensão do funcionalismo.
Fonte: Muvuca Popular
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

