Maria Carolina Marcell
Lula e Bolsonaro sobem na margem de erro e ampliam distância de 2º pelotão, mostra Ipespe
POLÍTICA
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) oscilaram positivamente dentro da margem de erro em nova rodada de pesquisa do instituto Ipespe divulgada nesta sexta-feira, e ampliaram sua vantagem em relação aos demais candidatos.
Ambos tiveram variação de 1 ponto percentual dentro da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais. Lula passou a 45% das intenções de voto, maior percentual registrado desde o início da série, enquanto Bolsonaro foi a 31%.
Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro, com 8% –no início de abril o pré-candidato marcava 9%. O ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) vem em seguida mantendo seus 3%. Aparecem na sequência, ambos com 2%, a senadora Simone Tebet (MDB) e o deputado André Janones (Avante).
Na simulação de segundo turno, Lula mantém seus 20 pontos percentuais de vantagem em relação a Bolsonaro, mas ambos também avançaram 1 ponto percentuais em suas marcas. O petista passa a computar 54%, enquanto o presidente registra 24%.
A pesquisa também apurou a avaliação de governo de Bolsonaro.
A parcela dos entrevistados que consideram a gestão ruim ou péssima oscilou de 54% para 52%. Aqueles que a avaliam como ótima ou boa subiram dentro da margem de 29% para 30%. O grupo que a avaliam como regular passa a 16%, ante 15% na pesquisa anterior.
Ainda segundo o levantamento, 62% desaprovam o governo, frente os 63% do início de abril. A aprovação passou de 33% a 34%.
A pesquisa entrevistou 1.000 pessoas em todo o território nacional, entre os dias 18 e 20 de abril.
“MSN”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

