POLÍTICA
Lula diz querer reunião com presidentes democratas para definir estratégia contra crescimento da extrema-direita
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BRASÍLIA (Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que pretender organizar um encontro com chefes de governo de países dito democratas para definir uma atuação coordenada para fazer frente ao crescimento da extrema-direita.
“Estou querendo organizar com os chamados presidentes democratas para definir uma estratégia para enfrentar o crescimento da extrema-direita”, afirmou ele em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto.
Para Lula, os setores de esquerda, progressistas e democráticos têm que se organizar em nível internacional para fazer esse tipo de enfrentamento.
O presidente afirmou, a título de exemplo, que os Estados Unidos eram o espelho fantástico da democracia e hoje há pessoas presas pela invasão ao Capitólio.
Lula não quis tecer comentários sobre a manifestação no último domingo no Rio de Janeiro com a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu)
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

