POLÍTICA
Petista cresceu 2%, enquanto Bolsonaro perdeu 2 pontos percentuais desde o último levantamento do instituto
POLÍTICA
O ex-presidente Lula (PT) segue ampliando a vantagem sobre Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto. No levantamento de agosto divulgado nesta terça-feira (17), o petista aparece com 40% — um crescimento de 2 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, enquanto o atual chefe do Executivo caiu dois pontos.
É a quinta pesquisa que Lula mostra aumento do percentual de intenção de votos. De março até atualmente, o pré-candidato foi de 25% a 40%, um aumento de 15% em 5 meses.
Atrás dos primeiros colocados estão Ciro Gomes (10%), Sérgio Moro (9%), Mandetta e Eduardo Leite (4%). No cenário com Doria (5%) é testado no lugar de Leite e Datena (5%) e Pacheco (1%) são incluídos, o petista também lidera, com 37%, enquanto Bolsonaro figura com 28%
O levantamento ouviu mil pessoas em todos os estados do país de 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

