O Instituto FSB ouviu, por telefone, 2.000 pessoas entre os dias 27 e 29 de maio
LULA ABRE 14 PONTOS À FRENTE DE BOLSONARO. VEJA A PESQUISA
POLÍTICA
Nova rodada da pesquisa do Instituto FSB aponta o ex-presidente Lula com 14 pontos à frente de Jair Bolsonaro na corrida à Presidência da República nas eleições de 2022. Na pesquisa estimulada Lula ampliou sua vantagem em relação a Bolsonaro e detém 46% das intenções de voto contra 32% do atual presidente. No segundo turno, Lula derrotaria Bolsonaro com 54% contra 35%.
Cenário principal:
- Lula (PT): 46%
- Bolsonaro (PL): 32%
- Ciro Gomes (PDT): 9%
- Simone Tebet (MDB): 2%
- André Janones (Avante): 1%
- Leonardo Péricles (UP): 0%
- Luciano Bivar (União Brasil): 0%
- Sofia Manzano (PCB): 0%
- Vera Lúcia (PSTU): 0%
- José Maria Eymael (DC): 0%
- Felipe D’Ávila (Novo): 0%
- Nenhum: 5%
- Branco/nulo: 2%
- Não sabe/não respondeu: 1%
A pesquisa mostra também que houve um aumento de um ponto percentual entre os que já declaram ter certeza em quem irão votar: Setenta e dois por cento afirmam que já sabem qual o candidato em que irão votar e 27% dizem que ainda podem mudar o voto. Apenas 1% declara não saber ainda em quem votar.
Confira a íntegra da pesquisa.
No cruzamento entre o voto estimulado e a certeza na decisão do voto, Lula aparece com 80% de seus eleitores já decididos a votar no candidato petista contra 20% que dizem que ainda pode mudar. O cenário é parecido entre eleitores de Bolsonaro: 79% afirmam estar decididos no voto ao atual presidente contra 20% que podem mudar o voto.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

