POLÍTICA
Governo Lula rebate acusações de Bolsonaro sobre ‘negar’ carros blindados em seu retorno ao Brasil
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O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respondeu às acusações de Jair Bolsonaro (PL) sobre não disponibilizar veículos blindados no retorno do ex-presidente ao Brasil.
Bolsonaro desembarcou no aeroporto de Brasília na manhã da última quinta-feira (30), após três meses em Orlando, nos Estados Unidos. Citando a operação da Polícia Federal – que desarticulou um plano do PCC que visava atentados contra o senador Sérgio Moro – o ex-chefe do Executivo criticou a falta de carros blindados, que de acordo com ele, deveriam ter sido disponibilizados.
‘’Até segunda-feira, eu tinha direito a 2 carros blindados. Com o anúncio da chegada aqui, a Casa Civil retirou o carro blindado. Estou com 2 carros normais aí fora. A gente vê acontecendo essa questão do PCC planejando, etc… A gente fica preocupado, eu não tenho peito de aço. (…) Não é uma atitude racional por parte deste governo. (…) Eles tão dando um recado’’, criticou.
A Casa Civil, por sua vez, rebateu as acusações de Bolsonaro afirmando em lei que ‘ex-presidente’ não possui direito a carro blindado, mas sim, a dois veículos oficiais com motorista.
‘’A Casa Civil da Presidência da República esclarece que nenhum ex-presidente tem direito a utilização de carro blindado. Conforme prevê a Lei no 7.474, de 8 de maio de 1986, os ex-presidentes têm direito a dois veículos oficiais e os respectivos motoristas. Nenhum ex-presidente utiliza veículos blindados cedidos pela Presidência da República. Reforçamos que os dois veículos oficiais foram disponibilizados e estão sendo utilizados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro’’.
“BANG Showbiz”
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

