Secretário de Fazenda diz que gestão não faz oportunismo por conta das eleições de 2022

Gallo rebate críticas sobre redução de ICMS: “Medida é permanente”

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POLÍTICA

Por Cítia Borges

O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, rebateu críticos que associam o pacote de redução de impostos do governador Mauro Mendes (DEM) com as eleições de 2022.

Mendes anunciou, no início deste mês, a redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns setores. O “pacote”de reduções foi encaminhado à Assembleia Legislativa e a expectativa é de que seja aprovado e passe a valer em janeiro de 2022.

Segundo ele, a medida poderia ser associada a um viés eleitoral se fosse temporária, o que não é o caso.

“Não há politização. Se fosse uma redução de imposto temporária e eu assinaria embaixo de quem disse que é oportunismo. Não é oportunismo, porque estamos fazendo de modo permanente”, disse.

“A conta de luz do cidadão ficará 12% mais barata a partir do dia 1º de janeiro de modo permanente. Não acaba em 2022, nem 2023, nem em 2024”, emendou. 

Gallo apontou que o corte no imposto estadual só foi possível graças à recuperação fiscal feita desde o início da gestão. 

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“Não é por conta do calendário eleitoral, mas porque o governo recuperou sua capacidade de avaliar, planejar e conseguir reduzir a carga tributária”, afirmou.

“No Brasil é raro reduzir carga tributária, quando tem aumento de arrecadação. O que os gestores públicos na maioria das vezes fazem é apertar o pé nos gastos e fazer um governo cada vez mais caro para o cidadão suportar”, disse.

Ele apontou que o Governo Mauro Mendes está dividindo o bom momento com o cidadão mato-grossense. 

“Deixando o dinheiro no bolso dele para que possa decidir onde vai gastar o dinheiro. É assim que pensamos e fazermos gestão pública: com responsabilidade e respeito ao dinheiro do cidadão”, completou.

Redução de impostos

O governador Mauro Mendes (DEM) anunciou, no início de outubro, um pacote de medidas de redução de impostos apontado por ele como o “maior do Brasil”.

Atualmente, o ICMS cobrado sobre o diesel é de 17% e sobre a gasolina, 25%. Com a redução, os impostos cairão para 16% sobre o diesel e 23% sobre a gasolina.

Na energia elétrica, quem consome a partir de 250 kWh, paga em ICMS alíquota que varia de 25% a 27%. Após a redução, a alíquota cobrada será de 17%.

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Na Comunicação, a redução irá resultar em contas de celular, telefone fixo e internet mais baratas. Atualmente, a alíquota do ICMS cobrado no Estado sobre a telefonia fixa é de 25% e sobre celular e internet, 30%.

Sobre o gás industrial, a alíquota cobrada passará de 17% para 12%.

´´Midia/News“

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