Durante uma live nesta quarta-feira (5), no YouTube, ela apontou dos culpados para o fracasso no pleito: a atriz Klara Castanho e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição
Fontenelle culpa Klara Castanho e Bolsonaro por derrota nas eleições
POLÍTICA
Três dias depois de ser derrotada nas urnas, Antonia Fontenelle, 49 resolveu se pronunciar sobre o resultado do primeiro turno das eleições 2022. Candidata pelo Partido Republicanos para deputada federal pelo Rio de Janeiro, a apresentadora conseguiu 30.975 votos e não se elegeu.
Durante uma live nesta quarta-feira (5), no YouTube, ela apontou dos culpados para o fracasso no pleito: a atriz Klara Castanho e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição.
“Tenho uma história de vida belíssima, que me orgulho e é por isso que eu sou tão odiada. Tenho inimigos tão ferozes e violentos e que querem meu fígado, meu pâncreas e os meus rins. Não terão. Querem também o meu sangue, mas só no fim. Vou dizer agora o que me fez não ter no mínimo 200, 300 mil votos”, disparou Antonia.
Sem citar o nome de Klara Castanho, Antonia assumiu primeiro que a confusão envolvendo a atriz prejudicou muito a sua jornada política. “Me prejudicou o fato de eu falar a verdade e levantar assuntos escabrosos em nome de um coletivo. Não citei o nome da moça, mas falei da situação que é muito grave”, continuou a apresentadora.
No início de setembro, Klara fez uma queixa-crime contra Leo Dias e Antonia, que vazaram que ela teria doado um filho recém-nascido no final de junho. O bebê foi fruto de um estupro e a exposição do caso trouxe vários danos morais e psicológicos.
Na sequência, Fontenelle afirmou que Klara está sendo “patrocinada”. “Ela está sendo patrocinada, com vários advogados, me processando, coloca tudo em segredo de Justiça. Cível, queixa-crime queixa-crime por ameaça… A acusação dela diz que eu a ameacei. E vai vir mais coisa, porque ela está sendo patrocinada. Mas ninguém pergunta cadê o estuprador, ninguém quer saber. Isso me prejudicou”, completou ela.
“O que me fodeu mesmo foi o presidente Bolsonaro não ter me dado um aceno. Foi o presidente Bolsonaro ter se deixado blindar quando eu solicitei uma entrevista”, disparou ela, que disse ainda ter sido cobrada por um bate-papo com o candidato à reeleição em suas redes sociais.
“Não tirando o mérito de ninguém, ele deu entrevista até para o zé das couves e aí pessoas acharam estranho que uma pessoa que o defendeu a vida inteira não conseguiu entrevistá-lo. É um fato e contra os fatos não existem argumentos”, pontuou Antonia, que mesmo chateada continua apoiando Bolsonaro. “O Brasil precisa de você e não de Lula”, finalizou ela.
“Mídia News”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

