POLÍTICA
Faissal discute medidas de apoio ao comércio
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Foto: Carol Coutinho / Assessoria de Gabinete
O deputado estadual Faissal Calil (PV) se reuniu na manhã desta quarta-feira (2) com membros da diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), na sede da instituição, em Cuiabá. No encontro, foram debatidas formas de auxiliar o setor, além de discutir demandas como o incentivo à energia solar, projetos para beneficiar os comerciantes e a garantia de não fechamento de lojas em meio a nova onda de covid-19.
O parlamentar se reuniu com o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, e o superintendente da instituição, Igor Cunha. A instituição apresentou ao deputado algumas sugestões de projetos para beneficiar o setor e incentivar o comércio em 2022. Faissal acredita que estas demandas podem ajudar na retomada da economia, após dois anos de pandemia.
“O comércio foi um dos setores mais prejudicados nestes dois últimos anos e precisamos dar garantias para que ele não seja mais afetado. Não há necessidade de fechamento das portas com esta nova onda e vamos trabalhar para dar esta segurança aos comerciantes. Aproveitamos o encontro também para debater formas de incentivo ao setor para instalação de sistemas de energia solar, para que eles possam contar com uma fonte de energia elétrica mais barata e limpa”, afirmou.
O incentivo à instalação de usinas fotovoltaicas para os comerciantes, além de oferecer uma energia ecologicamente correta e sustentável, pode impactar diretamente no preço dos produtos oferecidos, tendo em vista que a energia elétrica é uma das maiores despesas do setor. O deputado apontou, no encontro, que a medida é de vital importância para a sobrevivência financeira de lojas e comércios em geral.
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

