As organizações emitiram uma nota agradecendo à Frente Parlamentar da Agropecuária
Entidades do agro: reforma impede alta no preço dos alimentos
POLÍTICA
Entidades ligadas ao agronegócio brasileiro emitiram uma nota na sexta-feira (07) afirmando que a Reforma Tributária vai impedir o aumento no preço dos alimentos no Brasil. No documento, elas ainda agradecem o emprenho da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), composta por 360 deputados.
A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) assinam a nota, além de outras 51 entidades.
“Uma importante demonstração de maturidade política e determinação em fazer um país com carga tributária mais simplificada, com transparência para os consumidores sobre impostos aplicados em cada produto, zerando a tributação da cesta básica”, diz a nota.
O documento pontua que as alterações no texto da Reforma Tributária isentaram mais de 90% dos produtores rurais brasileiros, que são pequenos e médios.
Além disso, o documento destaca que, se alterações não tivessem sido feitas, os alimentos encareceriam e a geração de empregos diminuiria.
Agora, a proposta da Reforma Tributária segue para a avaliação do Senado Federal. A nota conclui dizendo que torce para que a FPA lute por mais aprimoramentos no texto e pelo enquadramento de leis complementares.
Confira a nota na íntegra:


“Mídia News”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

