POLÍTICA
Eduardo Bolsonaro participou de reunião com empresa árabe de espionagem, diz site
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) esteve na comitiva brasileira em uma reunião com o Grupo Edge, dos Emirados Árabes Unidos, acusada de ser dona de um grupo de espionagem e utilizar a plataforma DarkMatter. A ferramenta é usada para vigiar opositores em regimes autoritários. As informações são do site UOL.
O encontro aconteceu no dia 26 de maio, em Abu Dhabi, onde fica a sede da empresa. A comitiva ainda foi integrada por Flávio Rocha, secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, e Marcos Degaut Pontes, secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa.
Nas redes sociais, o filho do presidente Jair Bolsonaro não mencionou o encontro, mas fez diversos registros da viagem, especialmente da visita a um dos estádios da Copa do Mundo de 2022. A agência Emirates News Agency, porém, registrou a reunião.
A agência afirma que o Grupo Edge recebeu os representes brasileiros para “discutir formas de cooperação nas áreas de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento, defesa e tecnologia avançada”.
A ferramenta DarkMatter surgiu em 2010, feita por ex-integrantes da CIA e hackers de Israel. Ela já foi usada por Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para invadir dispositivos e acessar informações sem que haja suspeita do usuário, mesmo desligados.
Procurada pelo site UOL, a assessoria do deputado Eduardo Bolsonaro não respondeu questionamentos sobre o encontro.
“MSN”
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

