POLÍTICA
“É dia de libertação da América”, diz Trump antes de anúncio do “tarifaço”
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Convencido de que os países “roubam” os Estados Unidos, o republicano apresentará as medidas às 17h, no horário de Brasília
O presidente Donald Trump deve anunciar, nesta quarta-feira (2/4), novas tarifas sobre produtos de diversos países, incluindo possivelmente o Brasil. Convencido de que os países “roubam” os Estados Unidos, o republicano apresentará as medidas no Jardim das Rosas da Casa Branca às 17h, no horário de Brasília
Antes do anúncio do chamado “tarifaço”, Trump disse que hoje é “dia de libertação da América”. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, o republicano afirmou que as tarifas alfandegárias terão efeito “imediato”.
Desde que retornou à Casa Branca em janeiro, Trump aumentou as tarifas para produtos procedentes da China para uma parte dos produtos do México e Canadá, parceiros dos Estados Unidos no Tratado de Livre Comércio da América do Norte, e sobre o aço e o alumínio, independente da origem.
Na segunda-feira (1º/4), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou que uma eventual taxação adicional dos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros “causaria estranheza”. “Quando a nação mais rica do mundo adota políticas protecionistas, parece não concorrer para a prosperidade geral. O mundo corre o risco de crescer menos, de aumentar menos a produtividade da sua economia”, citou.
“CB”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

