Junio Amaral (PL-MG) reagiu com ameaça armada a vídeo em que Lula sugere visitas da população a deputados.
Deputado faz vídeo carregando arma e chama Lula para “visita”
POLÍTICA
O deputado federal Junio Amaral (PL-MG) publicou um vídeo carregando uma arma de fogo enquanto convidava, de forma irônica, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma visita.
A ameaça pública aconteceu após uma fala de Lula sugerindo visitas da população aos parlamentares.
No vídeo, o deputado exibe uma declaração do ex-presidente. “Se a gente pegasse, mapeasse o endereço de cada deputado e fossem 50 pessoas para a casa desse deputado, conversar com ele, conversar com a mulher dele, conversar com o filho dele, incomodar a tranquilidade dele”, disse Lula.
Na continuidade da fala, cortada pelo deputado, o petista argumenta que esse ato surtiria mais efeito do que manifestações em Brasília. O parlamentar mineiro aparece no vídeo dizendo que mora em Contagem, “cidade que é governada pelo PT” e dá orientações irônicas de como chegar ao endereço da casa.
“Vou esperar vocês lá. Tanto sua turma como você. Vai lá conversar com minha esposa, com minha filha. Vocês serão muito bem-vindos”, afirmou, segurando o revólver. O deputado é cabo da Polícia Militar de Minas Gerais. O crime de ameaça é previsto no artigo 147 do Código Penal e engloba intimidações por palavras, gestos ou outros meios.
“O Segredo “
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

