Abertamente contra os direitos LGBT, ele não negou a autenticidade do vídeo
Deputado conservador dos EUA tem vídeo íntimo com outro homem vazado: ‘estávamos brincando’
POLÍTICA
Um político novato de 26 anos, conhecido nos Estados Unidos por seu discurso conservador e por ser abertamente contra os direitos LGBT, teve um vídeo íntimo em que aparece com outro homem divulgado na internet. Na gravação de 28 segundos aparece um jovem nu com outro na cama, em meio a gritos e risos. As informações são do G1 Mundo.
Sem negar a autenticidade do vídeo, o deputado americano Madison Cawthorn classificou a divulgação das imagens como um “golpe” e “chantagem” contra ele.
“Um novo golpe contra mim acabou de cair. Anos atrás, neste vídeo, eu estava sendo grosseiro com um amigo, tentando ser engraçado. Estávamos agindo como tolos e brincando. É isso”, twittou Cawthorn. “A chantagem não vai ganhar. Nós vamos”, completou o deputado.
Essa não é a primeira polêmica em que Cawthorn se envolve. Já houve a alegação de que ele teria sido convidado para uma orgia sexual movida a cocaína em Washington por líderes que ele respeitava. O deputado também já tentou levar uma arma para um avião duas vezes e chamou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de “bandido” durante a invasão russa.
Republicanos poderosos, como Kevin McCarthy, o principal republicano na Câmara dos Deputados, chegaram a romper vínculos com ele.
“O Liberal”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

