Política
De olho na AL, Júlio diz que urna eletrônica é um "perigo" e defende voto impresso
POLÍTICA
Ex-governador e ex-federal Júlio Campos (DEM) endossa a campanha do presidente Jair Bolsonaro e afirma ser favorável ao voto impresso. Em entrevista à imprensa, durante reunião do Democratas nesta segunda (2), o ex-senador argumenta que a urna eletrônica é considerada um “perigo que ninguém discute”.
“O voto impresso é uma necessidade. Porque esconder o voto? Porque não ter a conferência na hora? Eu já passei por essa urna eletrônica e o que ela é, é um perigo que ninguém discute”, disse Júlio, que é pré-candidato a deputado estadual em 2022.
Júlio, que também foi conselheiro do TCE, Júlio, ainda considerou uma “covardia” que os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam contrários ao voto impresso. Para ele, há algo de estranho na negativa.
Manifestações em favor do voto impresso se popularizaram nos últimos meses no Brasil por apoiadores do presidente Bolsonaro. Eles defendem que as urnas eletrônicas são passíveis de fraude e pedem que o voto impresso auditável seja viável no pleito eleitoral de 2022.
TSE por outro lado, afirma que elas são 100% seguras e que, desde que entrou em uso, em 1996, nunca tiveram nenhum registro de fraude. Nesta segunda (2), o Plenário do TSE aprovou a proposta do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, de converter em inquérito administrativo o procedimento aberto para que autoridades públicas do país pudessem apresentar provas que comprovassem ocorrências de fraude no sistema eletrônico votação nas Eleições de 2018, em particular nas urnas eletrônicas. A proposição foi aprovada por unanimidade.
“RD News”
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

