POLÍTICA
Carvalho: “É uma vaidade ridícula discutir nome em placa de obra”
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O senador interino Mauro Carvalho (União) classificou como “vaidade ridícula” a discussão em torno da ausência do nome do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) na placa de inauguração da UPA do Jardim Leblon, em Cuiabá.
A unidade foi inaugurada na noite de quinta-feira (13) pelo governador Mauro Mendes (União) e pelo gabinete de intervenção, que tem como coordenadora a servidora Danielle Carmona. A Secretaria de Saúde de Cuiabá está sob intervenção desde março deste ano.
A placa ostenta o nome de onze autoridades, dentre elas o governador, a interventora e até do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em entrevista a Rádio Capital, Carvalho afirmou que a discussão em torno da ausência do nome de Emanuel na placa é “pequena”.
“É muito pequeno a gente estar discutindo a placa. O mais importante é inauguração da UPA Leblon, o serviço que será prestado para aquela região e à sociedade cuiabana. [O nome na placa] é uma vaidade ridícula. Isso não faz diferença”, afirmou.
À imprensa, Emanuel confessou ter ficado entristecido com o fato, e classificou-o como “falta de elegância”. Para Carvalho, o foco deve ser a inauguração do prédio após sete anos anúncio da obra.
“Ninguém vai ser valorizado porque seu nome está na placa. É uma pequenês. Isso é vaidade e na minha vida pública não existe vaidade, existe serviços prestados visando a melhoria de qualidade de vida de todos nós mato-grossenses”, disse.
A Upa Leblon entrou em funcionamento na sexta-feira (14) e custou R$ 8,6 milhões.
“Mídia News”
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

