POLÍTICA
Carol De Toni deve sair do PL após ser descartada pelo partido como candidata ao Senado em SC
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Deputada federal mais votada em 2022 por SC, parlamentar perdeu espaço na legenda com pré-candidatura de Carlos Bolsonaro e a intenção do partido de destinar a 2ª vaga a Esperidião Amin (PP).
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A deputada federal Carol De Toni deve deixar o Partido Liberal (PL) e agora busca outra legenda para manter o objetivo de disputar o Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026. Fontes ouvidas pela reportagem afirmaram que a parlamentar comunicou a decisão ao presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, na quarta-feira (4).
O anúncio foi feito após Carol ter seu nome descartado na disputa ao Senado pela legenda. Deputada federal mais votada no estado em 2022, ela perdeu espaço no partido com a pré-candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) ao cargo e após a intenção do PL de destinar a segunda vaga da coligação ao senador Esperidião Amin (PP).
Carol confirmou anteriormente que busca o Senado nas próximas eleições, mas ainda não decidiu para qual partido irá. A decisão pode durar até 4 de abril, prazo final para filiações.
A decisão também pode ser o desfecho do racha no grupo político da direita no estado, iniciado ainda em novembro de 2025, quando Carlos anunciou a intenção de concorrer a vaga pelo estado. Na época, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também confirmou Carol De Toni como pré-candidata pelo partido.
Ocorre, porém, que em Santa Catarina o PL terá apenas duas candidaturas ao Senado nas próximas eleições. Visando uma coligação, o Partido Liberal pretende se unir ao Progressistas e, por isso, deve escolher Amin, que busca reeleição, para a outra vaga.
Antes da decisão de Carol de Toni de sair do PL, chegou a ser ventilado que o presidente nacional da legenda teria oferecido a ela a vaga de pré-candidata a vice-governadora, hipótese negada pela parlamentar. O impasse se agrava porque Jorginho Mello, presidente estadual do partido, atual governador e também pré-candidato à reeleição, anunciou Adriano Silva (NOVO) como vice.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

