Presidente afirmou em suas redes sociais que criança e bebê são vítimas
Bolsonaro sai em defesa da vida ao comentar caso de menina que engravidou após estupro
POLÍTICA
O presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu em defesa da criança vítima de um estupro e de seu bebê, que foi abortado na última quarta-feira (22).
“A única certeza sobre a tragédia da menina grávida de 7 meses é que tanto ela quanto o bebê foram vítimas, almas inocentes, vidas que não deveriam pagar pelo que não são culpadas, mas ser protegidas do meio que vivem, da dor do trauma e do assédio maligno de grupos pró-aborto”, escreveu o presidente em sua rede social.
De acordo com Bolsonaro, que reforçou saber se tratar de um caso sensível, a vida é um direito fundamental de todo ser humano e que um aborto “não cura feridas nem faz justiça contra ninguém”. O presidente da República acredita que a medida só agrava ainda mais a tragédia.
Bolsonaro ainda destacou que esse tipo de aborto, amparado ou não pela lei, é algo inadmissível já que se tirou a vida de alguém indefeso. “Para nós, tanto a criança de 11 anos quanto o bebê de 7 meses são vidas que precisam ser preservadas. Para vocês e todos os que promoveram essa barbárie, somente uma dessas vidas importam e a outra pode ser descartada numa lata de lixo, mesmo que exista chance de se evitar isso”, defendeu.
O chefe do Executivo ainda informou que solicitou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos para que apurem possíveis abusos dos responsáveis pelo aborto de um bebê de sete meses de gestação.
No Brasil, o aborto é um direito previsto em lei há 80 anos. Ele deve ser oferecido gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser realizado em três situações: gravidez gerada por um estupro, quando há risco para a vida da gestante ou quando há o diagnóstico de má formação do cérebro do feto.
“MSN”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

