POLÍTICA
Aprovação do governo Lula cai ao menor nível desde o início do mandato
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Uma pesquisa do PoderData divulgada nesta terça-feira (29) revelou que a desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassou a aprovação pela primeira vez desde o início do seu mandato. De acordo com os dados, 47% dos eleitores desaprovam o governo, enquanto 45% o aprovam, indicando um empate técnico devido à margem de erro da pesquisa, mas sinalizando uma tendência de queda na popularidade de Lula.
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Desde o início de seu mandato, a aprovação de Lula caiu 7 pontos percentuais, passando de 52% para 45%. Simultaneamente, a desaprovação subiu 8 pontos percentuais, de 39% em janeiro de 2023 para os atuais 47%. Essa trajetória reflete uma diminuição contínua no apoio ao presidente.
A pesquisa também mostrou que a percepção positiva do trabalho pessoal de Lula caiu de 36% em janeiro de 2024 para 28% em maio. Por outro lado, a avaliação negativa (“ruim/péssimo”) do seu desempenho pessoal permaneceu estável, oscilando entre 35% e 37% durante o mesmo período.
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Além disso, a preferência dos eleitores pelo governo de Lula em comparação ao de seu antecessor, Jair Bolsonaro, despencou 13 pontos percentuais desde janeiro de 2024. No início do ano, 51% dos eleitores consideravam a gestão de Lula melhor que a de Bolsonaro, taxa que caiu para 38% em maio, o menor nível desde o início do mandato. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de maio de 2024, com 2.500 entrevistas em 211 municípios, e tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais.
“MSN”
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Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

