POLÍTICA
Número de pessoas que apoiam uma interrupção do governo Bolsonaro chega a 58%; Percentual de brasileiros que apoiam a continuidade do mandato despenca 13%
POLÍTICA
Cresce entre a população a crença de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deva sofrer um processo de impeachment . Ao menos é isso que aponta uma pesquisa atualizada do instituto PoderData, que apontou para um crescimento de 8% no número de brasileiros que desejam uma interrupção na condução do governo federal. As informações são do portal Poder360.
Na última pesquisa divulgada, no final de julho, 50% dos entrevistados acreditavam que Bolsonaro não deveria seguir na presidência da República. Hoje, 58% acham que um processo de impedimento deveria prosperar contra o capitão do Exército.
O número de pessoas que acreditam que Bolsonaro deveria continuar no cargo despencou e caiu 13 pontos percentuais desde a última pesquisa, passando de 45% para 32%.
A quantidade de pessoas que desejam o impeachment de Bolsonaro avançou entre aqueles que classificam seu trabalho como ‘regular’. Em julho, 36% dos ‘regulares’ desejavam sua saída e 60% sua permanência no cargo. Hoje, 50% desejam sua saída e 11% sua continuidade.
A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de agosto pelo Poder360 e contou com a entrevista de 2.500 pessoas, divididas em 433 municípios nas 27 unidades federativas. A taxa de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

