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Análise: União e PP se afastam de Lula, mas ainda não devem desembarcar

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Ministros enfrentam pressão para deixar governo

Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas  • Estadão Conteúdo e Agência Senado

Prestes a oficializar a criação da Federação União Progressista (UPb), o União Brasil e o PP devem usar o dia de convenções para marcar o afastamento do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Isso deve ficar, no entanto, mais no discurso do que em um desembarque neste momento.

Membros dos partidos afirmam que esta terça-feira (19) deve ser usada para encaminhar o tema, mas ainda sem uma deliberação.

Nas duas legendas, parlamentares acreditam haver maioria favorável à saída dos partidos da base aliada do presidente Lula.

A movimentação coloca pressão maior sob os ministros que esses partidos têm no governo. A avaliação é de que isso recai principalmente sobre aqueles que são filiados aos partidos, como Celso Sabino (União-PA) e André Fufuca (PP-MA). Os dois são, inclusive, deputados.

A situação difere daqueles mais técnicos, não filiados e ligados ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). São citados Waldez Góes, da Integração Nacional, e Frederico de Siqueira, das Comunicações.

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A formalização da federação criará a maior bancada da Câmara dos Deputados, 109 deputados parlamentares. No Senado, os partidos terão 15 senadores.

fonte”cnn”
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