POLÍTICA
Aliança entre Elon Musk e Donald Trump desperta alerta no STF e no governo Lula
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Aliança entre Elon Musk e Donald Trump desperta alerta no STF e no governo Lula
A aproximação entre o magnata Elon Musk e o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, vem gerando preocupação no Brasil. Trump planeja integrar Musk em seu governo, valorizando seu apoio a iniciativas de redução de custos e à defesa da liberdade de expressão, temas que também preocupam líderes brasileiros.
Durante uma ligação recente com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, Musk destacou sua influência, o que reforça sua relação com Trump, que o celebrou como um “super gênio” após a vitória eleitoral. Trump e seu vice, J.D. Vance, têm defendido Musk contra pressões da União Europeia, que exige que a plataforma X, de propriedade de Musk, restrinja conteúdos considerados por esta “discurso de ódio” e “desinformação” sob pena de sanções.
Se Trump buscar retaliar a União Europeia em defesa de Musk e seus interesses comerciais, o governo Lula e o STF poderão enfrentar dilemas semelhantes, especialmente quanto ao impacto econômico de um possível confronto com Musk no Brasil. Essa aliança transnacional coloca o Brasil diante de desafios que vão além da liberdade de expressão, exigindo atenção aos impactos econômicos e diplomáticos dessa nova configuração.
”MSN”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

